29 janeiro 2017

GUIA ORIENTADOR PARA MAPEAMENTOS JUNTO AOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA.


A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) disponibiliza, para download gratuito, as publicações “Guia Orientador para Mapeamento junto aos Povos e Comunidades Tradicionais”, “Cartilha: Povos e Comunidades Tradicionais” e “Caderno de Debates: Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana”. Os materiais podem ser acessados no site da SEPPIR.

Os documentos foram produzidos a partir dos resultados obtidos em encontros envolvendo a participação de representantes da sociedade civil, pesquisadores e pesquisadoras de mapeamentos e Governo Federal.

Entre os objetivos das reuniões, estiveram os debates referentes ao conceito de Povos Tradicionais de Matriz Africana e a relação dessa população com o Estado brasileiro, na perspectiva do acesso às políticas públicas e da promoção da igualdade racial.

“Pretende-se, com estas publicações, que sejam lidas as vozes das lideranças tradicionais de matriz africana que discutiram e refletiram sobre o conceito em voga”, afirmam os organizadores.

Informar e quebrar estereótipos também constam nos objetivos dos materiais, além de orientar a implementação de programas e políticas públicas, fomentando o debate em torno deste segmento da população.



A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) disponibiliza, para download gratuito, as publicações “Guia Orientador para Mapeamento junto aos Povos e Comunidades Tradicionais”, “Cartilha: Povos e Comunidades Tradicionais” e “Caderno de Debates: Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana”. Os materiais podem ser acessados aqui.
Os documentos foram produzidos a partir dos resultados obtidos em encontros envolvendo a participação de representantes da sociedade civil, pesquisadores e pesquisadoras de mapeamentos e Governo Federal.
Entre os objetivos das reuniões, estiveram os debates referentes ao conceito de Povos Tradicionais de Matriz Africana e a relação dessa população com o Estado brasileiro, na perspectiva do acesso às políticas públicas e da promoção da igualdade racial.
“Pretende-se, com estas publicações, que sejam lidas as vozes das lideranças tradicionais de matriz africana que discutiram e refletiram sobre o conceito em voga”, afirmam os organizadores.
Informar e quebrar estereótipos também constam nos objetivos dos materiais, além de orientar a implementação de programas e políticas públicas, fomentando o debate em torno deste segmento da população.
Fonte: Coeppir RN

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Oração a Pai Xangó

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Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
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''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins