22 março 2017

Esta terça-feira, 21 de março, é o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1966, em memória à tragédia que ficou conhecida como “Massacre de Shaperville”, em 1960, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul.


Na ocasião, 20 mil negros protestavam pacificamente contra a Lei do Passe - que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles poderiam transitar na cidade - quando se depararam com tropas do exército, que abriram fogo sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186.

Além de lembrar a tragédia, a data criada pela ONU passou a ser um dia em que pessoas em todo o mundo protestam contra o racismo e pelo fim da discriminação racial.

Atualmente no RN
Passados 57 anos, ainda vemos resquícios de intolerância racial no mundo e no Brasil, país onde metade da população é negra. O racismo se torna estrutural, institucionalizado e se faz presente em nosso cotidiano, de forma velada ou explícita. O assunto ainda é tabu e seus desdobramentos alarmantes, xenofóbicos e separatistas têm consequências avassaladoras em nossa sociedade.

Com a intenção de mudar essa realidade, destacam-se como ações positivas do Governo do Estado do Rio Grande do Norte referentes ao enfrentamento do racismo: a criação do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, a instituição do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Igualdade Racial (NEPIR), a criação do Programa "Meu Terreiro é Legal", o planejamento da Política Estadual para os Remanescentes de Quilombos no Rio Grande do Norte e a estruturação da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR).

Esta data, além de simbólica, se mostra como uma excelente ocasião para colocar em discussão todas essas pautas através de debate e conscientização, em defesa da igualdade racial e social.

Hoje é dia de lembrar o passado e lutar para que situações dessa natureza não continuem acontecendo no futuro. Hoje e sempre.

AS SETE LÁGRIMAS DE PAI-PRETO


Foi numa noite estranha, aquela noite queda; estranhas vibrações penetravam no meu Ser Mental e me faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se fazia definir...

Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com minha alma, e externava a sensação de um silencioso pranto...

Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até adormecer... e “sonhar”...

Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda, Estrela Guia Zambi, eram as vozes da SENHORA DA LUZ VELADA , dessa UMBANDA DE TODOS NÓS que chamavam seus filhos de fé...

E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam, mas, surpreso ficava, com aquela “visão” que em cada um eu “via”, invariavelmente, num canto, pitando, um triste preto velho chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, não sei porque, contei-as...foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me e interroguei-o: fala meu Pai Preto, diz ao teu filho, por que externas assim tão visível dor?

E ele, suave, respondeu: Estás vendo esta multidão que entra e saí? As lágrimas contadas distribuídas estão a cada uma delas.

A primeira eu dei a estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber...

Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam desacreditando, na expectativa de um “milagre” que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam.

E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos” nascentes uns após outros...
E outra mais distribui aos maus, aqueles que somente procuram a Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um seu semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas, paixões , e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas ainda não saíram.

Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e calculistas – não crêem, nem descrêem: sabem que existe uma força e procuram se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...

Chegam suaves, têm o riso e o elogio na flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis; mas se olhares bem seus semblantes, verás escrito em letras claras: creio na tua Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se vencerem o “meu caso”, ou me curarem “disso ou daquilo” ...

A sexta lágrima eu a dei aos fúteis que andam de Tenda em Tenda, não acreditam em nada, buscam aconchegos e conchavos; seus olhos revelam um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.

E a sétima, filho, notaste como foi grande e como deslizou pesada? Foi a ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos "olhos" de todos os “pretos-velhos”; Fiz doação dessa, aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e todos possam vê-los como realmente são...

“Cegos, guias de Cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual mariposas em torno da luz; essa mesma luz que eles não conseguem VER, porque só visam a exteriorização de seus próprios “egos”.

“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas; observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de “cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não fazem, aferrados ao conforto da matéria e a gula do vil metal. Eles não têm convicção.

Assim, filho meu, foi para esses todos, que viste cair, uma a uma, as SETE LÁGRIMAS DE PAI-PRETO! Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a dizer, Pai Preto? E daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão imenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...

“Mando a luz da minha transfiguração, para aqueles que esquecidos pensam que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES...”

São os humildes, os simples, estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança pela razão...SÃO OS SEUS FILHOS DE FÉ.

São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se chamam DOM e FÉ, e seus salários quase sempre são pagos com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a INGRATIDÃO...

W. W. da Matta e Silva (Mestre Yapacani)
[originalmente publicada no livro Umbanda de Todos Nós, 2ª edição (1960) - Livraria Freitas Bastos].


19 março 2017

A Associação das Mulheres de Axé - AMA/RN em parceria com a Articulação de Mulheres Iyagba Orí, realizou neste sábado, 18 de março de 2017, a Ação Social Mulheres De Axé: Cidadania e Fé que aconteceu na UERN - Campus Natal.










  


  

A Associação das Mulheres de Axé - AMA/RN em parceria com a Articulação de Mulheres Iyagba Orí, realizou neste sábado, 18 de março de 2017, a Ação Social Mulheres De Axé: Cidadania e Fé que aconteceu na UERN - Campus Natal.

A ação social foi realizada em alusão ao Dia Internacional da Mulher e contou com serviços de beleza realizados pela equipe do Instituto Embelleze e pela profissional Nadja Mendes, pintura artística com a subtenente Célia, palestras educacionais sobre a importância da liderança feminina ministrada pela Iyalorixa e Juremeira Carla de Bessen, enfrentamento a violência e empoderamento da mulher com a Coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres Sabrina Lima, direitos da mulher com Lívia integrante do Projeto EducaJus, encerrando com a palestra sobre a saúde da mulher e prevenção as ISTs com a técnica Chyrly Elidiane da Área Técnica de Saúde da Mulher da SESAP.

Nosso agradecimento a cada um dos nossos apoiadores que acreditaram e vieram somar conosco em nossa primeira Ação Social, em especial ao Curso de Ciências da Religião da UERN por intermédio do professor João Bosco, que tem sido um grande parceiro e apoiador de nossas atividades, e a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial por intermédio de sua atual coordenadora, Mary Regina.

18 março 2017

legalização das Casas de Matriz Africana em todo o Rio Grande do Norte.




O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por intermédio da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR), lançou na manhã do dia 10/03 (sexta-feira) o Programa "Meu Terreiro é Legal" que viabilizará a legalização das Casas de Matriz Africana em todo o Rio Grande do Norte.

"A legalização não resolve tudo, mas, na ilegalidade, as Casas ficam mais vulneráveis e sem poder ter acesso a diversas políticas que o Governo Federal e Estadual disponibilizam. Fico muito feliz que graças a parceria com a UFRN e à OAB conseguimos lançar esse importantíssimo Programa. Estamos hoje inaugurando uma nova era nesse Estado", afirmou a Coordenadora da COEPPIR Mary Regina no ato do lançamento no IFRN Cidade Alta, em Natal/RN.

O Programa "Meu Terreiro é Legal" é operacionalizado pelo Governo do Estado através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), em parceria com a Consej - Consultoria Jurídica e a OAB/RN. O projeto é prioridade da atual gestão, pois ele foca na emancipação das Casas de Matriz Africana.

Estiveram presentes algumas Casas que já estão sendo beneficiadas com o acompanhamento da CONSEJ/UFRN e da OAB/RN na revisão e produção dos Estatutos Sociais. O IFRN Cidade Alta se colocou a disposição para produzir Cartilhas que orientem aos povos de matriz africana quais as vantagens e como a COEPPIR desenvolverá o trabalho e legalização das Casas.

Para participar, as Casas podem encaminhar uma mensagem de solicitação para o e-mail da COEPPIR (coeppirsejuc@rn.gov.br) e agendar uma conversa com a equipe da Coordenadoria.

Coordenadora Mary Regina inicia agenda administrativa no interior pelo Município de Ipanguaçu/RN.



Coordenadora Mary Regina inicia agenda administrativa no interior pelo Município de Ipanguaçu/RN.

No domingo (12/03), a titular da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) iniciou a agenda administrativa no interior do Estado pelo Município de Ipanguaçu, onde esteve presente no evento promovido pela Associação das Mulheres Artesãs - Renascer em alusão ao Dia Internacional da Mulher e do Artesão na Comunidade Quilombola de Picada.

Estiveram presentes o Prefeito Valderedo Bertoldo, a Secretária Municipal de Educação, Jeane Bezerra, o Presidente da Câmara de Vereadores, João Batista Gomes, e alguns Vereadores.

"Prefeito, vim hoje aqui por que as mulheres de Picada precisam muito da atenção do Poder Público e a COEPPIR está aqui para prestar esse apoio. Inclusive estamos hoje solicitando a criação de uma Coordenadoria e de um Conselho Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial aqui em Ipanguaçu! A Comunidade Quilombola de Picada precisa muito disso", afirmou a Coordenadora Mary Regina.

O Prefeito Valderedo e o Presidente da Câmara de Vereadores João Batista Gomes se comprometeram em viabilizar a criação da Coordenadoria e do Conselho Municipal. E a COEPPIR retornará em breve ao Município de Ipanguaçu com as ações da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM).

17 março 2017

Sessão especial na CMFor apresenta Carta Magna da Umbanda


Lançamento CARTA MAGNA DA UMBANDA em FORTALEZA/CE
Click na foto para ver ou vídeo.

Solenidade apresenta Carta Magna Internacional da Umbanda – Foto: Evilázio Bezerra



A Câmara Municipal de Fortaleza realizou na tarde desta quarta-feira, 15, sessão especial para o lançamento da Carta Magna Internacional da Umbanda. A solenidade, proposta pelo vereador Guilherme Sampaio (PT), evidenciou a importância do documento como uma “proposta em respeito às diferenças e a da construção da imagem pública de uma religião de fato e de direito”, como o requerimento nº 2889/2016.

A Carta Magna Internacional da Umbanda, como descreve o documento, está baseada na legitimação e informação em nível organizacional para entendimento social e religioso, atuando ainda no fortalecimento junto ao umbandistas, além de estabelecer uma linguagem interpretativa para a sociedade em geral. A Carta Magna aborda temas sobre o direito a vida, casamento, idosos na Umbanda, integridade pessoal, orientação sexual e identidade de gênero, dentre outros. Confira a Carta Magna na integra, clique aqui

Vereador Guilherme Sampaio (PT), propositor da solenidade – Foto: Evilázio Bezerra


O vereador Guilherme Sampaio ao fazer referência à Carta Magna da Umbanda chamou a atenção para o momento histórico vivenciado pelo Parlamento de Fortaleza. “É um privilégio para a Câmara Municipal de Fortaleza realizar este momento, fazendo a divulgação e discussão da Carta Magna”, destacou.

O parlamentar evidenciou ainda a importância de debates com foco na intolerância religiosa, reforçando o direito de cada cidadão expressar a sua religiosidade. “A solenidade representa o respeito e o reconhecimento à Umbanda. A CMFor deve respeitar e valorizar todas as expressões religiosas”, apontou Guilherme Sampaio frisando a laicidade do poder público.

O presidente do Superior do órgão de Umbanda de São Paulo e da Federação Espiritualista Reino dos Orixás (FERO), Pai Varelo ressaltou os diversos debates e vivencias que contribuíram para a construção da Carta Magna. Destacando as diretrizes do documento, Pai Varelo reforçou a união da Umbanda e da responsabilidade das autoridades no fortalecimento da mesma como expressão religiosa. Agradecendo o reconhecimento da CMFor, o umbandista salientou a força da sua comunidade. “A Carta Magna mostra que somos um povo trabalhador, que não caminha só, e que o respeito a hierarquia é importante”, afirmou.

Estiveram presentes no evento a coordenadora especial de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial do Estado do Ceará, Zelma Madeira; o coordenador de Políticas e Promoção a Igualdade Racial de Fortaleza, Cristiano Pereira; o advogado Robson Sabino da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB/CE. A solenidade contou com a participação de várias comunidades da Umbanda: Associação Cultural Afro-brasileira Pai Luiz de Aruanda – Mãe Bia, Associação São Miguel – Pai Juliano, Centro Espírita Umbanda São Jorge Guerreiro – Mãe Netinha, o Centro Cultural Rainha da Justiça – Pai Raimundinho Dente de Ouro, Associação Cultural Amigos do Zé – Paulo Mandú, e o Templo de Umbanda Filhos da Luz do Cacique Pena Branca em São Paulo, representado pelo Pai Dinho Cáceres, Pai Ricardo – Diretor Regional do Movimento Político Umbandista.


16 março 2017

Terreiros de Areia Branca – R/N, se Organizam para Legalização, ( O Meu Terreiros e Legal)

Reunião da (COEPPIR) em Areia Branca – R/N no dia 14 de março de 2017, que foi no plenário da Câmara Municipal, Tema LEGALIZAÇÃO E MAPEAMENTO DOS TERREIROS DE AREIA BRANCA – R/N.


Com Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR) - Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio Grande do Norte.


É a Conferência Estadual de Igualdade Racial.

A AMA/Rn é uma associação voltada para o empoderamento e políticas públicas das mulheres de comunidades tradicionais, na Coordenadoria da Pessoa de Juliane Ribeiro da Oxum.

O trabalho continua...

Tivemos a presenças 

Mãe de Santo Kathia de Oxalá. 

Babá Antônio cruz de Xangó. 

Babá Nil da Oxum.

O nosso Irmão de Fé Klenison de Xangó que estava representando o ILE ÀSÉ DAJO OBA OGODO do nosso Babalorixa Melquisedec de Xangó.


A AMA/Rn é uma associação voltada para o empoderamento e políticas públicas das mulheres de comunidades tradicionais, na Coordenadoria da Pessoa de Juliane Ribeiro da Oxum.
Quero agradecer também a Radio Sensorial (http://www.sensorialfm.com.br),na pessoa do Pai Ronald Edy de Xangó




"A legalização não resolve tudo, mas, na ilegalidade, as Casas ficam mais vulneráveis e sem poder ter acesso a diversas políticas que o Governo Federal e Estadual disponibilizam. Fico muito feliz que graças a parceria com a UFRN e à OAB conseguimos lançar esse importantíssimo Programa. Estamos hoje inaugurando uma nova era nesse Estado", afirmou a Coordenadora da COEPPIR Mary Regina

O Programa "Meu Terreiro é Legal" é operacionalizado pelo Governo do Estado através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), em parceria com a Consej - Consultoria Jurídica e a OAB/RN. O projeto é prioridade da atual gestão, pois ele foca na emancipação das Casas de Matriz Africana.

Para participar, as Casas podem encaminhar uma mensagem de solicitação para o e-mail da COEPPIR (coeppirsejuc@rn.gov.br) e agendar uma conversa com a equipe da Coordenadoria.

JUNTOS SOMOS BEM MAIS FORTES


Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR) - Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio Grande do Norte




Na terça-feira (14/03) a Titular da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) esteve cumprindo agenda administrativa no Município de Areia Branca/RN.

Pela manhã, a Coordenadora se reuniu com o Secretário Municipal de Assistência Social Jânio Filgueira e o teor do encontro foi a criação de uma Coordenadoria e Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial. A Coordenadora Mary Regina debateu ainda sobre a realização da Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, sobre o Mapeamento das Casas de Matriz Africana em Areia Branca e sobre o Programa "Meu Terreiro é Legal", lançado recentemente pela COEPPIR.

A Coordenadora Mary Regina se reuniu ainda com as Casas de Matriz Africana de Areia Branca e dialogou a respeito do Programa "Meu Terreiro é Legal" e sobre a Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial que os Povos Tradicionais devem cobrar do Município a realização.

"Fico muito contente em momentos assim quando a Coordenadoria pode chegar às Comunidades e trazer boas notícias. E aqui estou eu trazendo essas notícias e me colocando a disposição para que os povos de matriz africana daqui de Areia Branca possam ter acesso a todas as políticas que a COEPPIR está implementando no Estado", finalizou a Coordenadora Mary Regina.

O blog Mariano de Xangó que agradecer o empenho e a luta da (Coeppir) na pessoa de Mary Regina, estamos juntos irmã nessa luta.

Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR) - Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio Grande do Norte

Babá Nil da Oxum


Ogam Mariano de Xangó com Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR)


Esse e o Vídeo do encontro de Duração de 1h e 17min.
LEGALIZAÇÃO E MAPEAMENTO DOS TERREIROS DE AREIA BRANCA – R/N
(não vou aqui mim prologar muito em explica, veja esse vídeo, que ela tirara  todas os suas duvida sobre a legalização do seu barracão). 

Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR) - Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio Grande do Norte 
é
A Coordenadora da AMA/R/N Juliane Ribeiro, que é uma associação voltada para o empoderamento e políticas públicas das mulheres de comunidades tradicionais.







Mary Regina Coordenadora da (COEPPIR).
E o nosso Irmão de Fé Klenison de Xangó que estava representando o ILE ÀSÉ DAJO OBA OGODO do nosso Babalorixa Melquisedec de Xangó.



Mãe Kathia, Ogam Mariano e Mary Regina

Babá Nil da Oxum, Mãe Kathia de Oxanla, Mariano de Xangó, Mary Regina de Xangó e Igor de obaluaê.


Juntos Somos Mais Fortes
A luta só Começou

14 março 2017

Casa de Jurema Mestre Carlos Comum Distrito de Extremoz - R/N

Uma leve prosa sobre a Jurema Sagrada
Com nosso Mestre  Melquisedeque e nossos irmãos,
vamos ver esses 3 videos muito bom
sem palavras parabéns!  

uma leve prosa sobre a Jurema Sagrada
É um vídeo caseiro sem pretensões profissionais só para compartilhar esses momentos tão agradável com nossos irmãos.

II Dedo de Prosa na Casa de Jurema Mestre Carlos fala sobre o cotidiano e a riqueza do Culto da Jurema Sagrada no Rio Grande do Norte


Alguns linhos de Jurema com velhos discípulos.
É um vídeo caseiro sem pretensões profissionais só para compartilhar esses momentos tão agradáveis com nossos irmãos.








  

Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins