23 janeiro 2017

Nesse último sábado na Tenda de Umbanda Pai Joaquim D'Angola e Exú Tiriri, realizamos uma linda homenagem a Pai Oxóssi

Obrigado a todos pela linda homenagem a nosso Pai Oxóssi!

Salve o Senhor da Colheita e do Conhecimento!
Salve o Senhor Oxóssi!
Okê Arô!

com
 Mãe Zilda Dias Fernandes, Carine Fernandes, Ronival Carlos Da Silva Silva, Iara Cristina Vargas





  










Nesse último sábado na Tenda de Umbanda Pai Joaquim D'Angola e Exú Tiriri, realizamos uma linda homenagem a Pai Oxóssi , e na ocasião foram feitos os amacis nos filhos da casa. Agradecemos a todos que prestigiaram, e aos filhos pelo carinho e dedicação. Que nosso Pai Oxóssi Ajude-nos no sustento de nossa fé, a fim de que possamos cumprir com nossas obrigações e nossos deveres neste mundo.
Indique-nos com sua flecha sagrada os verdadeiros caminhos da prosperidade.
Okê Arô!

Fonte: Instituto Cultural Confraria dos Pretos Velhos de Umbanda.
    

21 janeiro 2017

Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - R/N





#21deJaneiro - Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi instituído pela Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007. A data rememora o dia do falecimento da Iyalorixá Mãe Gilda, do terreiro Axé Abassá de Ogum (BA), vítima de intolerância por ser praticante de religião de matriz africana. A sacerdotisa foi acusada de charlatanismo, sua casa atacada e pessoas da comunidade foram agredidas. Ela faleceu no dia 21 de janeiro de 2000, vítima de infarto.


A Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC) vem trabalhado em prol da superação desse problema no Estado do Rio Grande do Norte com as seguintes iniciativas: a) criação da Ouvidoria-Geral da Igualdade Racial (vinculada à SEJUC) que deverá receber denúncias de racismo e de intolerância religiosa; b) criação do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (a Coordenadoria deverá inaugura-lo nesse primeiro semestre de 2017); e c) criação do Fórum Estadual Inter-Religioso por uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença do RN (FOIR-RN) que deverá ser um espaço de diálogo e construção para superarmos esse problema da intolerância religiosa.

21 de Janeiro Todos Contra a Intolerância Religiosa!


Veja programação da Semana do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa no DF


quinta-feira, 19 / janeiro / 2017 by Ascom

Órgãos de direitos humanos nas esferas distrital e nacional, juntamente com organismos inter-religiosos, ecumênicos e lideranças, construíram uma agenda para a semana do “Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa – 21 de janeiro” que será realizada em Brasília e Entorno. Convidam a todos e todas para participarem desta importante e necessária programação.

Esta data, instituída pela Lei Federal nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, advém como espaço de reflexão no sentido de que sejam construídas ações que busquem fomentar culturas de paz entre as expressões religiosas. Com o anseio de que as diversas crenças ou convicções religiosas não venham se constituir em motivos para a prática de crimes de intolerância.

Lembramos que nesta data, Mãe Gilda, uma sacerdotisa de matriz afro-brasileira, por ter seu templo invadido e depredado por fundamentalistas religiosos, teve complicações de saúde vindo a falecer.

Infelizmente os ataques e agressões não cessaram. São práticas comuns em todo o país, de maneira que é papel da sociedade e os organismos estatais atuarem para que não tenhamos como legado para as gerações futuras uma sociedade intolerante e que considere normal o desrespeito às crenças e convicções aliada a total quebra da laicidade.

PROGRAMAÇÃO

DIA 19 DE JANEIRO – QUINTA

Evento: Catedral em Debate – “Ameaças à diversidade religiosa e à laicidade no Brasil”.
Data: 19/jan
Horário: 19h30
Local: Catedral Anglicana de Brasília – EQS 309/310, Asa Sul.
Palestrantes: Babalorixá Pai Babazinho do Ilê Orinla Fun Fun - Candomblé. Iyá Rejiane do Ilê Orinla Fun Fun – Candomblé. Fernando La Rocque Couto da Igreja Céu do Planalto – Santo Daime. Glória Silva da Associação Ateísta do Planalto Central.
Coordenação: Dom Maurício Andrade (Bispo da Diocese Anglicana de Brasília)

DIA 20 DE JANEIRO – SEXTA

Evento: Secretaria Especial de Direitos Humanos pelo Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa – CNRDR.
Data: 20/jan
Horário: (manhã) 9h às 12h
Local: SCS, Qd. 9, Edifício Park Cidade Corporate, Torre “A“, 9º Andar (próximo ao Venâncio Shopping) Brasília – DF
Programação:
•Apresentação do “Rivir – Relatório sobre Intolerância e Violência Religiosa no Brasil (2011-2015)”, Clara Adad (Consultora OEI/SEDH) e Andréa Guimarães (Consultora OEI/SEDH)
•Apresentação do livro “Intolerância Religiosa no Brasil”, Ivanir dos Santos (CCIR/RJ)
•Apresentação das conclusões da pesquisa “Diversidade Étnico-racial e Pluralismo Religioso no Município de São Paulo”, Hédio Silva (OAB-SP)
•Debatedores: Elianildo Nascimento (CNRDR) e Rodrigo Vitorino (UFU)

Evento: Mobilização na Rodoviária do Plano Piloto da Rede de povos de terreiro e jovens de terreiro.
Data: 20/jan
Horário: (tarde) 12h às 17h
Local: Rodoviária do Plano Piloto. Brasília – DF

Evento: Apresentação do Comitê Distrital da Diversidade Religiosa – CDDR.
Data: 20/jan
Horário: (tarde) às 16h
Local: Salão Nobre do Palácio Buriti – Brasília – DF

DIA 21 DE JANEIRO – SÁBADO

Evento: Dia Mundial da Religião.
Sobre: A ser realizado em 21 de janeiro (sábado), das 9 às 11 horas, na Instituição (SalveaSi – Tratamento a dependentes químicos – Cidade Ocidental-GO), com o objetivo de oferecer gratuitamente para as pessoas que estão acolhidas no local, serviços visando a promoção da saúde, higiene, cultura e cidadania. Corrente Ecumênica de Oração em prol da Paz Mundial, pela harmonia das famílias e pelo fim da intolerância, das diversas formas de violência.
Tel. Confirmar presença até 19/1/2017 - (61) 3114-1050 (Lindelma)
Data: 21/01
Horário: (manhã) 9h às 11h
Local: SalveaSi – Tratamento a dependentes químicos – Cidade Ocidental-GO

Evento: Celebração inter-religiosa com lideranças e organizações seguida de um momento social.
Data: 21/01
Horário: (tarde) às 17h
Local: Templo Shin Budista de Brasília, EQS 315/316. – Brasília- DF

Promoção/apoio:
Associação Ateísta do Planalto Central
CONIC – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
Igreja Episcopal Anglicana – IEAB DF
Iniciativa das Religiões Unidas – URI Brasília
Ilê Orinla Fun Fun – Templo Candomblé
Jovens de Terreiro – DF
OLIR – Observatório da Liberdade Religiosa – DF
Rede Ecumênica da Juventude – REJU DF
SEDESTMIDH/Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos – GDF
Fundação Cultural Palmares – MinC

Área da Diversidade Religiosa – SEDH.


Combate à Intolerância Religiosa

Uma forma de preservar as tradições, idiomas, conhecimentos e valores dos primeiros negros africanos escravizados trazidos para o Brasil, as religiões de matriz africana foram incorporadas à cultura brasileira e se tornaram uma importante característica da identidade nacional. Entretanto, o racismo ainda tenta impedir o culto à ancestralidade negra tornando seus adeptos vítimas recorrentes do preconceito e da intolerância.

Visando coibir outras atitudes discriminatórias e, como um ato em homenagem a Mãe Gilda, símbolo de um dos casos mais marcantes de preconceito religioso no país, em 2007 foi sancionada a Lei nº 11.635 que faz do 21 de janeiro o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data, que é celebrada por todos os praticantes das religiões de matriz africana, serve ainda como reflexão e motivação na busca pela liberdade do culto religioso e combate ao racismo.

O limite da intolerância – Em outubro de 1999 o Brasil testemunhou um dos casos mais drásticos de preconceito contra os religiosos de matriz africana. O jornal Folha Universal estampou em sua capa uma foto da Iyalorixá Gildásia dos Santos e Santos – a Mãe Gilda – trajada com roupas de sacerdotisa para ilustrar uma matéria cujo título era: “Macumbeiros charlatões lesam o bolso e a vida dos clientes”. A casa da Mãe Gilda foi invadida, seu marido foi agredido verbal e fisicamente, e seu Terreiro foi depredado por evangélicos. Mãe Gilda não suportou os ataques e, após enfartar, faleceu no dia 21 de janeiro de 2000.

Confira o que outras líderes religiosas falam sobre intolerância religiosa:

Mãe Jaciara – Sucessora de Mãe Gilda no Terreiro Axé Abassá de Ogum, Mãe Jaciara é taxativa quando expressa sua opinião. “O maior problema para mim como Yalorixá de um Terreiro de Candomblé é o preconceito que as pessoas tem pela história e imagem distorcida que tem a respeito ao candomblé. As pessoas relacionam a nossa religião a práticas de magias negras e cultos demoníacos. Não poderia estar mais longe da verdade”.

Makota Valdina – Makota Valdina Pinto, do Terreiro Tanuri Junsara, em Salvador/BA, defende o direito à crença religiosa assegurado pelo Artigo 5º, inciso 6º da Constituição Federal. “Não podemos falar de intolerância sem relacioná-la ao racismo praticado contra as religiões afro-brasileiras”.

                                                                  Mãe Beata – Filha de Exu com Iemanjá, Mãe Beata de Yemanjá é descendente de africanos escravizadose defensora da ancestralidade africana. “Quando eu observo que alguém está levando a conversa para caminho da intolerância religiosa, eu uso o respeito e vivência para derrubá-lo. Precisamos estimular a consciência de que o Brasil é uma mistura de todas as raças e religiões”.


                                                       Mãe Stella - Mãe Stella de Oxóssi, Ialorixá do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá, fundado em 1910 em São Gonçalo do Retiro-BA, afirma que sua luta é, e sempre será, pela igualdade de direitos: “Sigo esforçando-me para que a religião trazida pelo povo africano ao Brasil seja devidamente respeitada”.


20 janeiro 2017

OXOSSÍ Orixá da Caça e da Fartura !!!

Oxossi



Divindade da caça que vive nas florestas. Seus principais símbolos são o arco e flecha, chamado Ofá, e um rabo de boi chamado Eruexim. Em algumas lendas aparece como irmão de Ogum e de Exú.
Oxossi é o rei de Keto, filho de Oxalá e Yemanjá, ou, nos mitos, filho de Apaoka (jaqueira). É o Orixá da caça; foi um caçador de elefantes, animal associado à realeza e aos antepassados. Diz um mito que Oxossi encontrou Iansã na floresta, sob a forma de um grande elefante, que se transformou em mulher. Casa com ela, tem muitos filhos que são abandonados e criados por Oxum.
Oxossi vive na floresta, onde moram os espíritos e está relacionado com as árvores e os antepassados. As abelhas pertencem-lhe e representam os espíritos dos antepassados femininos. Relaciona-se com os animais, cujos gritos imita a perfeição, e caçador valente e ágil, generoso, propicia a caça e protege contra o ataque das feras. Um solitário solteirão, depois que foi abandonado por Iansã e também porque na qualidade de caçador, tem que se afastar das mulheres, pois são nefastas à caça.
Está estreitamente ligado a Ogum, de quem recebeu suas armas de caçador. Ossãe apaixonou-se pela beleza de Oxossi e prendeu-o na floresta. Ogum consegue penetrar na floresta, com suas armas de ferreiro e libertá-lo. Ele esta associado, ao frio, à noite, à lua; suas plantas são refrescantes.
Em algumas caracterizações, veste-se de azul-turquesa ou de azul e vermelho. Leva um elegante chapéu de abas largas enfeitados de penas de avestruz nas cores azul e branco. Leva dois chifres de touro na cintura, um arco, uma flecha de metal dourado. Sua dança sumula o gesto de atirar flechas para a direita e para a esquerda, o ritmo é "corrido" na qual ele imita o cavaleiro que persegue a caça, deslizando devagar, às vezes pula e gira sobre si mesmo. É uma das danças mais bonitas do Candomblé.

Orixá das matas, seu habitat é a mata fechada, rei da floresta e da caça, sendo caçador domina a fauna e a flora, gera progresso e riqueza ao homem, e a manutenção do sustento, garante a alimentação em abundância, o Orixá Oxossi está associado ao Orixá Ossaê, que é a divindade das folhas medicinais e ervas usadas nos rituais de Umbanda.
Irmão de Ogum, habitualmente associa-se à figura de um caçador, passando a seus filhos algumas das principais características necessárias a essa atividade ao ar livre: concentração, atenção, determinação para atingir os objetivos e uma boa dose de paciência.
Segundo as lendas, participou também de algumas lutas, mas não da mesma maneira marcante que Ogum.
No dia-a-dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim em todas as refeições, pois é ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para todos.
Segundo Pierre Verger, o culto a Oxossi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que Oxossi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei. Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Os filhos consagrados a Oxossi foram vendidos como escravos no Brasil, Antilhas e Cuba. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos.
O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País.
Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxossi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio.
Oxossi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.

Características

CorVerde (No Candomblé: Azul Celeste Claro)
Fio de ContasVerde Leitosas (Azul Turquesa, Azul Claro)
ErvasAlecrim, Guiné, Vence Demanda, Abre Caminho, Peregum (verde), Taioba, Espinheira Santa, Jurema, Jureminha, Mangueira, Desata Nó. (Erva de Oxossi, Erva da Jurema, Alfavaca, Caiçara, Eucalipto)
SímboloOfá (arco e flecha).
Pontos da NaturezaMatas
FloresFlores do campo
EssênciasAlecrim
PedrasEsmeralda, Amazonita. (Turquesa, Quartzo Verde, Calcita Verde)
MetalBronze (Latão)
SaúdeAparelho Respiratório
PlanetaVênus
Dia da SemanaQuinta-feira
ElementoTerra
ChakraEsplênico
SaudaçãoOkê Arô (Odé Kokê Maior)
BebidaVinho tinto (água de coco, caldo de cana, aluá)
AnimaisTatu, Veado, Javali. (qualquer tipo de caça)
ComidasAxoxô – milho com fatias de coco, Frutas.(Carne de caça, Taioba, Ewa - feijão fradinho torrado na panela de barro, papa de coco e frutas.)
Numero6
Data Comemorativa20 janeiro
Sincretismo:S. Sebastião.
Incompatibilidades:Mel, Cabeça de bicho (nos sacrifícios e alimentos), Ovo
Qualidades:Êboalama, Orè, Inlé ou Erinlè, Fayemi, Ondun, Asunara, Apala, Agbandada, Owala, Kusi, Ibuanun, Olumeye, Akanbi, Alapade, Mutalambo

Atribuições

Oxossi é o caçador por excelência, mas sua busca visa o conhecimento. Logo, é o cientista e o doutrinador, que traz o alimento da fé e o saber aos espíritos fragilizados tanto nos aspectos da fé quanto do saber religioso.


As Características Dos Filhos De Oxossi




O filho de Oxossi apresenta arquetipicamente as características atribuídas do Orixá. Representa o homem impondo sua marca sobre o mundo selvagem, nele intervindo para sobreviver, mas sem alterá-lo.
Os filhos de Oxossi são geralmente pessoas joviais, rápidas e espertas, tanto mental como fisicamente. Tem portanto, grande capacidade de concentração e de atenção, aliada à firme determinação de alcançar seus objetivos e paciência para aguardar o momento correto para agir.
Fisicamente, os filhos de Oxossi, tendem a ser relativamente magros, um pou  co nervosos, mas controlados. São reservados, tendo forte ligação com o mundo material, sem que esta tendência denote obrigatoriamente ambição e instáveis em seus amores.
No tipo psicológico a ele identificado, o resultado dessa atividade é o conceito de forte independência e de extrema capacidade de ruptura, o afastar-se de casa e da aldeia para embrenhar-se na mata, afim de caçar. Seus filhos, portanto são aqueles em que a vida apresenta forte necessidade de independência e de rompimento de laços. Nada pior do que um ruído para afastar a caça, alertar os animais da proximidade do caçador. Assim os filhos de Oxossi trazem em seu inconsciente o gosto pelo ficar calado, a necessidade do silêncio e desenvolver a observação tão importantes para seu Orixá. Quando em perseguição a um objetivo, mantêm-se de olhos bem abertos e ouvidos atentos.
Sua luta é baseada na necessidade de sobrevivência e não no desejo de expansão e conquista. Busca a alimentação, o que pode ser entendido como sua luta do dia-a-dia. Esse Orixá é o guia dos que não sonham muito, mas sua violência é canalizada e represada para o movimento certo no momento exato. É basicamente reservado, guardando quase que exclusivamente para si seus comentários e sensações, sendo muito discreto quanto ao seu próprio humor e disposição.
Os filhos de Oxossi, portanto, não gostam de fazer julgamentos sobre os outros, respeitando como sagrado o espaço individual de cada um. Buscam preferencialmente trabalhos e funções que possam ser desempenhados de maneira independente, sem ajuda nem participação de muita gente, não gostando do trabalho em equipe. Ao mesmo tempo , é marcado por um forte sentido de dever e uma grande noção de responsabilidade. Afinal, é sobre ele que recai o peso do sustento da tribo.
Os filhos de Oxossi tendem a assumir responsabilidades e a organizar facilmente o sustento do seu grupo ou família. Podem ser paternais, mas sua ajuda se realizará preferencialmente distante do lar, trazendo as provisões ou trabalhando para que elas possam ser compradas, e não no contato íntimo com cada membro da família. Não é estranho que, quem tem Oxossi como Orixá de cabeça, relute em manter casamentos ou mesmo relacionamentos emocionais muito estáveis. Quando isso acontece, dão preferência a pessoas igualmente independentes, já que o conceito de casal para ele é o da soma temporária de duas individualidades que nunca se misturam. Os filhos de Oxossi, compartilham o gosto pela camaradagem, pela conversa que não termina mais, pelas reuniões ruidosas e tipicamente alegres, fator que pode ser modificado radicalmente pelo segundo Orixá.
Gostam de viver sozinhas, preferindo receber grupos limitados de amigos. É portanto, o tipo coerente com as pessoas que lidam bem com a realidade material, sonham pouco, têm os pés ligados à terra.
São pessoas cheias de iniciativa e sempre em vias de novas descobertas ou de novas atividades. Têm o senso da responsabilidade e dos cuidados para com a família. São generosas, hospitaleiras e amigas da ordem, mas gostam muito de mudar de residência e achar novos meios de existência em detrimento, algumas vezes, de uma vida doméstica harmoniosa e calma.
O tipo psicológico, do filho de Oxossi é refinado e de notável beleza. É o Orixá dos artistas intelectuais. É dotado de um espírito curioso, observador de grande penetração. São cheios de manias, volúveis em suas reações amorosas, multo susceptíveis e tidos como "complicados". É solitário, misterioso, discreto, introvertido. Não se adapta facilmente à vida urbana e é geralmente um desbravador, um pioneiro. Possui extrema sensibilidade, qualidades artísticas, criatividade e gosto depurado. Sua estrutura psíquica é muito emotiva e romântica.
Cozinha ritualística

Axoxô
É a comida mais comum de Oxossi. Cozinha-se milho vermelho somente em água, depois deixa-se esfriar, coloca-se numa Gamela e enfeita-se por cima com fatias de coco. (pode-se cozinhar junto com o milho, um pouco de amendoim).
Quibebe 
Descasca-se e corta-se 1kg de abóbora em pedaços. Numa panela, faz-se um refogado com 2 colheres de manteiga e 1 cebola média picadinha, até que esta fique transparente ou levemente corada. Acrescenta-se 2 ou 3 tomates cortados em pedaços miúdos, 1 pimenta malagueta socada, e a abóbora picada. Põe-se um pouco de água, sal e açúcar. Tampa-se a panela e cozinha-se em fogo lento até que a abóbora esteja bem macia. Ao arrumar na travessa que vai à mesa, amassa-se um pouco.
Pamonha de milho verde 
Rala-se 24 espigas de milho verde não muito fino. Escorre-se o caldo e mistura-se o bagaço com 1 coco ralado(sem tirar o leite do coco), tempera-se com sal e açúcar.
Enrola-se pequenas porções em palha de milho e amarra-se bem. Cozinha-se numa panela grande, em água a ferver com sal, até que desprenda um bom cheiro de milho verde.

Lendas De Oxossi


Como Oxossi Virou Orixá


Odé era um grande caçador. Certo dia, ele saiu para caçar sem antes consultar o oráculo Ifá nem cumprir os ritos necessários. Depois de algum tempo andando na floresta, encontrou uma serpente: era Oxumaré em sua forma terrestre. A cobra falou que Odé não devia matá-la; mas ele não se importou, matou-a, cortou-a em pedaços e levou para casa, onde a cozinhou e comeu; depois foi dormir. No outro dia, sua esposa Oxum encontrou-o morto, com um rastro de cobra saindo de seu corpo e indo para a mata. Oxum tanto se lamentou e chorou, que Ifá o fez renascer como Orixá, com o nome de Oxossi.

Orixá da Caça e da Fartura !!!


Em tempos distantes, Odùdùwa, Rei de Ifé, diante do seu Palácio Real, chefiava o seu povo na festa da colheita dos inhames. Naquele ano a colheita havia sido farta, e todos em homenagem, deram uma grande festa comemorando o acontecido, comendo inhame e bebendo vinho de palma em grande fartura. De repente, um grande pássaro, pousou sobre o Palácio, lançando os seus gritos malignos, e lançando farpas de fogo, com intenção de destruir tudo que por ali existia, pelo fato de não terem oferecido uma parte da colheita as feiticeiras Ìyamì Òsóróngà. Todos se encheram de pavor, prevendo desgraças e catástrofes. O Rei então mandou buscar Osotadotá, o caçador das 50 flechas, em Ilarê, que, arrogante e cheio de si, errou todas as suas investidas, desperdiçando suas 50 flechas. Chamou desta vez, das terras de Moré, Osotogi, com suas 40 flechas. Embriagado, o guerreiro também desperdiçou todas suas investidas contra o grande pássaro. Ainda foi, convidado para grande façanha de matar o pássaro, das distantes terras de Idô, Osotogum, o guardião das 20 flechas. Fanfarrão, apesar da sua grande fama e destreza, atirou em vão 20 flechas, contra o pássaro encantado e nada aconteceu. Por fim, todos já sem esperança, resolveram convocar da cidade de Ireman, Òsotokànsosó, caçador de apenas uma flecha. Sua mãe, sabia que as èlèye viviam em cólera, e nada poderia ser feito para apaziguar sua fúria a não ser uma oferenda, uma vez que três dos melhores caçadores
falharam em suas tentativas. Ela foi consultar Ifá para Òsotokànsosó. Os Babalaôs disseram para ela preparar oferendas com ekùjébú (grão muito duro), também um frango òpìpì (frango com as plumas crespas), èkó (massa de milho envolta em folhas de bananeira), seis kauris (búzios). A mãe de Òsotokànsosó fez então assim, pediram ainda que, oferecesse colocando sobre o peito de um pássaro sacrificado em intenção e que oferecesse em uma estrada, e durante a oferenda recitasse o seguinte: "Que o peito da ave receba esta oferenda". Neste exato momento, o seu filho disparava sua única flecha em direção ao pássaro, esse abriu sua guarda recebendo a oferenda ofertada pela mãe do caçador, recebendo também a flecha certeira e mortal de Òsotokànsosó. Todos após tal ato, começaram a dançar e gritar de alegria: "Oxossi! Oxossi!" (caçador do povo). A partir desse dia todos conheceram o maior guerreiro de todas as terras, foi referenciado com honras e carrega seu título até hoje. Oxossi.

19 janeiro 2017

A justificativa para o PL é a de dar "plena aplicação à liberdade religiosa reconhecida como direito fundamental, Aprovado o PL que permite acesso de autoridades religiosas a hospitais Da Redação


Amigas (os), quero dividir com vocês uma grande notícia: foi aprovado meu Projeto de Lei 1.553/2015, que autoriza a prestação de auxílio e amparo religioso a pessoas enfermas, de qualquer crença, internadas em hospitais da rede pública ou particular, bem como a entrada e permanência de autoridades religiosas a estabelecimentos em que se encontrem pessoas enfermas ou com restrição de liberdade. O amparo religioso deve ser solicitado pelos necessitados, ou autorizados por familiares em caso de doentes que não estejam mais gozando de suas faculdades mentais.

A justificativa para o PL é a de dar "plena aplicação à liberdade religiosa, reconhecida como direito fundamental pelo artigo 5º, inciso VI da Constituição da República, assim como ao seu corolário, que vem a ser o direito à prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva prevista no inciso VII do mesmo artigo".

Clélia Gomes 
Deputada Estadual – PHS do estado de SP

Aprovado o PL que permite acesso de autoridades religiosas a hospitais
Da Redação

O Plenário da Assembleia aprovou, em dezembro último, o PL 1.553/2015, de autoria da deputada Clélia Gomes (PHS), que autoriza a prestação de auxílio e amparo religioso a pessoas enfermas, de qualquer crença, internadas em hospitais da rede pública ou particular, bem como a entrada e permanência de autoridades religiosas a estabelecimentos em que se encontrem pessoas enfermas ou com restrição de liberdade. O projeto reza que o amparo religioso deve ser solicitado pelos necessitados, ou autorizados por familiares em caso de doentes que não estejam mais gozando de suas faculdades mentais. 

A justificativa para o PL é a de dar "plena aplicação à liberdade religiosa, reconhecida como direito fundamental pelo artigo 5º, inciso VI da Constituição da República, assim como ao seu corolário, que vem a ser o direito à prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva prevista no inciso VII do mesmo artigo". 

O PL explicita que a autorização é para o acesso e permanência de representantes e autoridades religiosas de qualquer culto e crença dando, desta forma, amplitude à lei, diferentemente de "algumas leis e decretos vigentes, que se limitam quase que exclusivamente à religião católica, excluindo as demais religiões". 

O PL prevê ainda aplicação de multa de um salário mínimo estadual a quem praticar "qualquer tipo de discriminação, coação, ou ato de intolerância" às autoridades religiosas. Em caso de reincidência, a multa pode ser dobrada e, em caso de continuidade dessas práticas, a entidade ou estabelecimento terá cassada a sua inscrição estadual.

               

18 janeiro 2017

O Blog Mariano de Xangó e todas Família de Matriz Africana Areia-branquense, esta juntos nessa luta.

Confira a 3ª Transmissão ao vivo da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) com o Babalorixá Melquisedec, como também, com a Dra. Paula, representante da OAB/RN, debatendo a respeito da intolerância religiosa no Estado do Rio Grande do Norte.

Que não viu esse bate papo maravilhoso vai ver agora


Click Aqui no nosso link

Participação 

Babalorixá Melquisedec de Xangó 
(ILÉ AXÉ DAJÓ OBÁ OGODÓ)
E Dra. Paula 
(Advogada/Representante da OAB)

A Coordenadora Mary Regina também usará o momento para falar sobre as ações da Coordenadoria para o dia 21 de janeiro (Dia de combate à Intolerância Religiosa).


O Blog Mariano de Xangó Repúdio à Intolerância Religiosa, Contra o Nosso Irmão!


Hoje passei por duas vezes situação de racismo e intolerância religiosa no metrô do Recife! Uma na ida ao Terreiro de Dona Dora para cumprir as obrigações com Malunguinho... Um evangélico me viu todo de branco e me falou: "Jesus te ama"! Daí já sabe né? A casa caiu pro lado dele... rsrsrs Dei um discurso em voz alta pra todo mundo ouvir sobre o racismo que os evangélicos cometiam todos so dias contra o povo de terreiro e ainda falei que Exú o amava também. Ele ficou com medo e se calou! E o povo do metrô me deu a maior força!

A outra intolerância que sofri foi na volta no mesmo metrô... Onde uma família de evangélicos estavam sentados conversando e eu sentei próximo a eles... Eles o tempo todo me olhando e eu os olhando também... Quando foram descer, uma mulher de uns 40 anos veio por detrás de mim e tocou meu braço alisando e dizendo: "Jesus te ama"! Daí já sabe né? A casa caiu pro lado dela, a sorte foi que ela desceu na hora, mas falei em voz alta: Me respeite e Exú te ama também!

Todo dia é a mesma coisa... Racismo e intolerância. Nós temos que ser fortes e ousados mesmo e dar discurso e revidar estas violências.

Hora bolas... E depois ainda fiquei pensando... Será que falei certo mesmo?... ... Nem joguei pra confirmar com Exú se ele os amava mesmo. 
Fonte e Palavras Alexandre L'Omi L'Odò

17 janeiro 2017

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte publicou nesta terça-feira (17/01), o Decreto criando o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa


O Governo do Estado do Rio Grande do Norte publicou nesta terça-feira (17/01), o Decreto criando o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (CRCRI), vinculado à estrutura da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR), com a finalidade de receber, encaminhar e acompanhar toda e qualquer denúncia de discriminação racial ou de violência que tenha por fundamento a intolerância racial ou religiosa.

O Centro de Referência ainda terá o papel de garantir apoio psicológico, social e jurídico às vítimas em casos registrados no Centro, conforme suas necessidades específicas, e promover debates, palestras, fóruns e oficinas com o objetivo de divulgar e sensibilizar a sociedade quanto à importância da garantia de direitos, combate ao racismo e à intolerância religiosa e promoção da igualdade racial;

O CRCRI também produzirá materiais informativos, tais como cartilhas, boletins e folhetos, sobre garantia de direitos, combate ao racismo e à intolerância religiosa e promoção da igualdade racial, disponibilizando-os aos órgãos, entidades e sociedade civil organizada.

A Coordenadora de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Mary Regina, enfatizou que a criação do Centro de Referência é mais um avanço desta gestão da COEPPIR e que já está trabalhando para que o CRCRI seja inaugurado o mais rápido possível.

Confira o Decreto por completo:



   RIO GRANDE DO NORTE


DECRETO Nº 26.592, DE 16 DE JANEIRO DE 2017.


Institui o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa e dá outras providências.


O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, V, VII, da Constituição Estadual e considerando o disposto no Art. 15, inciso IV, da Lei Complementar nº 340, de 31 de janeiro de 2007,

D E C R E T A:

Art. 1º Fica instituído, no âmbito da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, com a finalidade de congregar esforços no planejamento e na execução das políticas públicas voltadas para a promoção da igualdade racial e proteção dos indivíduos e grupos étnicos atingidos pela discriminação e demais formas de intolerância, em articulação com os segmentos que compõem a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa.

Art. 2º O Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa exercerá as seguintes atividades:

I - receber, encaminhar e acompanhar toda e qualquer denúncia de discriminação racial ou de violência que tenha por fundamento a intolerância racial ou religiosa;

II - garantir apoio psicológico, social e jurídico às vítimas em casos registrados no Centro, conforme suas necessidades específicas;

III - verificar e atuar em casos de racismo noticiados pela mídia ou naqueles de que o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa venha a tomar conhecimento por qualquer outro meio;

IV - promover debates, palestras, fóruns e oficinas com o objetivo de divulgar e sensibilizar a sociedade quanto à importância da garantia de direitos, combate ao racismo e à intolerância religiosa e promoção da igualdade racial;

V - propiciar a concretização de ações integradas com os órgãos e entidades que compõem a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa no Estado da Bahia;

VI - produzir materiais informativos, tais como cartilhas, boletins e folhetos, sobre garantia de direitos, combate ao racismo e à intolerância religiosa e promoção da igualdade racial, disponibilizando-os aos órgãos, entidades e sociedade civil organizada;

VII - disponibilizar acesso gratuito, nas dependências do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, a acervo audiovisual e bibliográfico com ênfase na temática racial;

VIII - assegurar a transparência das atividades aos cidadãos e à sociedade civil organizada;

IX - exercer outras atividades correlatas.

Art. 3º Caberá à Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), por intermédio da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR), o acompanhamento das ações do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, adotando as providências necessárias ao alcance dos seus objetivos.

Art. 4º O Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa contará com um servidor responsável por sua organização e funcionamento, designado pelo titular da SEJUC, além de servidores públicos colocados à sua disposição, com formação nas áreas de Psicologia, Administração, Serviço Social, Biblioteconomia, Pedagogia, Direito, Sociologia e comprovada atuação em ações de combate ao racismo e à intolerância religiosa.

Parágrafo único. Ao servidor responsável pela organização e funcionamento do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa caberá supervisionar as atividades ali desenvolvidas, fornecendo a orientação e o suporte necessários à eficiência dos serviços de atendimento, encaminhamento e acompanhamento das demandas.

Art. 5º As despesas decorrentes das ações realizadas pelo Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa correrão por conta das dotações orçamentárias da SEJUC, suplementadas quando necessário.

Art. 6º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 16 de janeiro de 2017, 196º da Independência e 129º da República.

ROBINSON FARIA
Wallber Virgolino da Silva Ferreira

16 janeiro 2017

No dia 01/01/2017 nossa casa completou 7 anos! No dia 14/01/2017 realizamos a festa de comemoração, queremos agradecer à todos que colaboraram e participaram! Sem vocês nossos filhos, amigos, guias e Orixás nada seria possível!

Blog Mariano de Xangó Parabeniza a todos, que coisa linda.
Comemoração 7º Aniversário C.E.U.Sementes de Luz.








Céu Sementes de luz Fé Amor e Caridade
































Pai Ronald Edy de Xangô



Ogam Mariano de Xangó Parabeniza a Pai Ronald Edy de Xangô

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