31 março 2012

31/03 - Unicastelo promoverá seminário sobre religiosidade Afro-Brasileira


Seminário Religiosidades Africanas e Afro-Brasileiras: ontem e hoje

Data: 31 de março de 2012

Local: Local: Rua Carolina Fonseca, 584, Itaquera, São Paulo – Campus II

Sala de AtosPúblico: alunos da pós-graduação da história da África e do Negro no Brasil e público em geralContribuição: frutas e alimentos para o café comunitário

Programação

8h00-9h00: Café Afro 9h00

12h30: Palestras

· Religião tradicional Akan entre os Agni da Costa do Marfim (Palestrante Acácio Almeida)

· Candomblé banto: história e ensinamento (Palestrante Mametu Kindandalakata)

· Umbanda Carismática: história e ensinamento (Palestrante Mãe Mônica Caraccio)

· Catolicismo: uma pesquisa histórica das irmandades (Palestrante Fábia Barbosa)


Organização:Prof. Dr. Bas’Ilele MalomaloProf. Dra. Fábia Barbosa

27 março 2012

A Pombagira Rosa Negra



Guardiã Rosa Negra

A Pombagira Rosa Negra pertence à falange de Dona Rosa Caveira. Contou-me que sua última encarnação foi uma escrava em uma fazenda na Bahia. Adotou o nome Rosa por pertencer à falange de Rosa Caveira, e Negra, devido a sua última encarnação, como escrava, numa alusão à sua pele. Existem muitas Pombagiras Guardiãs, que se apresentam como mulheres negras. Como bela negra que era, sofreu muito com os abusos sexuais por parte de seu senhor e feitores. Para vingar-se, utilizava a magia negra contra o seus agressores. Morreu aos 28 anos, vítima de doença venérea. O desencarne, aliviou o sofrimento da carne, mas não o da alma. Dona Rosa Negra hoje, arrependida, dos males que causou com seus feitiços, trabalha para sua evolução como Pombagira na Falange de Dona Rosa Caveira. Não se interessa muito pelos romances, atua nos casos de proteção contra contra magos negros. Não recebe oferendas, pois age somente com o mando e permissão de Dona Rosa Caveira. Dona Rosa Negra se encontra hoje em paz, buscando evoluir cada vez mais.

Referências
Claudia Baibich - http://pombagiras.blogspot.com/

24 março 2012

A CASA ILÉ ASE DAJÒ ÍYÀ OMÍ SÀBÁ / Areia Branca R/N

 Foi realizado um Xirê do orisá  na casa ILÉ ASE DAJÒ ÍYÀ OMÍ SÀBÁ que tem afrente o Babalorixa Noanã Jagun,  na cidade de Areia Branca / RN
 
 Veja ao cunhas fotos





















 Babalorixa Noanã Jagun










21 março 2012

dia 15 de Novembro como DIA NACIONAL DA UMBANDA.

Acabo de ser informada que a Comissão de Educação do Senado Federal, instituiu ontem, 20/03/2012, o dia 15 de Novembro como DIA NACIONAL DA UMBANDA.
 Gratidão e agradecimentos mais do que especiais ao ex-deputado Carlos Santana (RJ) que entrou com o Projeto, ao amigo, irmão e deputado federal Vicentinho do PT (SP) que desde o primeiro momento abraçou a causa da comunidade umbandista, ao seu chefe de gabinete Paulo César pelo empenho e correria durante a última semana, e aos companheiros Cássio Ribeiro e Josa Queiroz presidente e vice da FUCABRAD, pelas inúmeras reuniões e idas à Brasília, e por acreditarem no nosso sonho.

Que nosso Pai Maior os abençoe. Hoje e sempre !!!


“Um sonho que se sonha só, é só um sonho, um sonho que se sonha junto, é realidade” (Paulo Freire)

O CANDOMBLÉ SOFRE GRANDE PERDA: MORRE A EBOMI CIDÁLIA SOLEDADE


Ebomi Cidália era conhecida como a "Enciclopédia do Candomblé". Foto: Margarida Neide/ Ag. A TARDE/ 07.07.2006

Hoje o mundo do candomblé fica mais triste. Durante a manhã faleceu, no Hospital Naval em Salvador, por complicações derivadas de um problema renal, a ebomi Cidália Soledade, 82 anos. Filha de Iroko, o orixá que habita a gameleira e domina os mistérios da vida e da morte, foi consagrada por Mãe Menininha dos Gantois. Ela deixa os filhos Elizabeth, Raimundo, Eliana e Josenice.
Ebomi Cidália tinha 75 anos de consagração à religião dos orixás. Era dona de um grande carisma. Ficou conhecida pela sabedoria e capacidade de transmitir conhecimento numa linguagem que era facilmente absorvida pelo público a quem se dirigia. Por conta disso recebeu do professor Jaime Sodré o título de “Enciclopédia do Candomblé”.
Com saber reconhecido em uma religião que tem como uma de suas fortes marcas a tradição e a oralidade estava sempre atenta a conhecer mais de perto tudo que surgia de novo no campo da comunicação.
Uma das suas atividades preferidas era conversar com jornalistas e pesquisadores de outras áreas. Costumava dizer: “Não tenho medo de conversar com jornalistas, antropólogos e historiadores, pois eles não vem buscar fundamento do candomblé, o que eu nunca revelaria. Eles vem buscar informações que ajudam a esclarecer sobre a religião”.
Aos 78 anos, descobriu as redes sociais com o Orkut onde mantinha uma comunidade para diálogo intenso com admiradores espalhados pelo Brasil inteiro. Com a ajuda de um dos seus amigos, o taxista Romilson Costa, ela fazia, diariamente, a atualização da sua rede respondendo mensagens. Nos ultimos dois anos andava interessada em conhecer mais sobre outras ferramentas como blogs.
O sepultamento será hoje, quarta-feira, às 15 horas, no Jardim da Saudade.
Texto do Mundo AFro.

Confira as Fotos da Apresentação dos Tambores da Paz

FOTOS: AXÉ PARAÍBA
OBS: A  DE  DO  APOIA O DIA ESTADUAL DA CULTURA AFRO PARAIBANA.





















Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins