31 janeiro 2017

Tudo pronto para Louvamos os caboclo da mata virgem Hoje, no Yle Asé Ala Caja Lonin as 18:00 que tem afrete O Babárolixá Yram de Oxala guian todos sintam convidados...


Tudo pronto para Louvamos os caboclo da mata virgem Hoje, no
 Yle Asé Ala Caja Lonin as 18:00 que tem afrete 
Babárolixá Yram de Oxala guian
todos sintam convidados...

  
Todos sintam convidados...

29 janeiro 2017

GUIA ORIENTADOR PARA MAPEAMENTOS JUNTO AOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA.


A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) disponibiliza, para download gratuito, as publicações “Guia Orientador para Mapeamento junto aos Povos e Comunidades Tradicionais”, “Cartilha: Povos e Comunidades Tradicionais” e “Caderno de Debates: Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana”. Os materiais podem ser acessados no site da SEPPIR.

Os documentos foram produzidos a partir dos resultados obtidos em encontros envolvendo a participação de representantes da sociedade civil, pesquisadores e pesquisadoras de mapeamentos e Governo Federal.

Entre os objetivos das reuniões, estiveram os debates referentes ao conceito de Povos Tradicionais de Matriz Africana e a relação dessa população com o Estado brasileiro, na perspectiva do acesso às políticas públicas e da promoção da igualdade racial.

“Pretende-se, com estas publicações, que sejam lidas as vozes das lideranças tradicionais de matriz africana que discutiram e refletiram sobre o conceito em voga”, afirmam os organizadores.

Informar e quebrar estereótipos também constam nos objetivos dos materiais, além de orientar a implementação de programas e políticas públicas, fomentando o debate em torno deste segmento da população.



A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) disponibiliza, para download gratuito, as publicações “Guia Orientador para Mapeamento junto aos Povos e Comunidades Tradicionais”, “Cartilha: Povos e Comunidades Tradicionais” e “Caderno de Debates: Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana”. Os materiais podem ser acessados aqui.
Os documentos foram produzidos a partir dos resultados obtidos em encontros envolvendo a participação de representantes da sociedade civil, pesquisadores e pesquisadoras de mapeamentos e Governo Federal.
Entre os objetivos das reuniões, estiveram os debates referentes ao conceito de Povos Tradicionais de Matriz Africana e a relação dessa população com o Estado brasileiro, na perspectiva do acesso às políticas públicas e da promoção da igualdade racial.
“Pretende-se, com estas publicações, que sejam lidas as vozes das lideranças tradicionais de matriz africana que discutiram e refletiram sobre o conceito em voga”, afirmam os organizadores.
Informar e quebrar estereótipos também constam nos objetivos dos materiais, além de orientar a implementação de programas e políticas públicas, fomentando o debate em torno deste segmento da população.
Fonte: Coeppir RN

Na quinta-feira (26/01), a Coordenadora Mary Regina recebeu na sede da COEPPIR os representantes da Consej - Consultoria Jurídica (Projeto de Extensão do Curso de Direito da UFRN) Vinícius Queiros, Jessica Jereissati e Lizya Bruna Vaz.


Na quinta-feira (26/01), a Coordenadora Mary Regina recebeu na sede da COEPPIR os representantes da Consej - Consultoria Jurídica (Projeto de Extensão do Curso de Direito da UFRN) Vinícius Queiros, Jessica Jereissati e Lizya Bruna Vaz.

A reunião teve o propósito de firmar uma parceria entre a Coordenadoria e o Projeto para a legalização das Casas e Terreiros de Matriz Africana. A CONSEJ realizará a revisão dos Estatutos Sociais e prestará informações a respeito do processo de legalização.

"A parceria com a CONSEJ é um passo importantíssimo que a COEPPIR está dando, pois aproxima a Universidade Federal e os alunos do Curso de Direito com os povos de Matriz Africana. Além de garantir a autonomia das Casas com a Legalização.", afirmou a Coordenadora Mary Regina.

Fonte: COEPPIR

28 janeiro 2017

No ultimo dia 27 de Janeiro de 2017, foi realizada a Homenagem a Sr. Oxóssi na Casa de Umbanda Pai José de Araunda!

Quero agradecer a todos que colaboraram direta ou indiretamente para o sucesso da nossa Homenagem ao Sr. OXÓSSÍ. Sem vocês não tínhamos conseguido realiza essa linda Homenagem ao Orixá da Caça e da Fartura o grande Orixá Oxóssi, 
A Casa De Umbanda Pai José de Aruanda
engrandece a o Babálorixá Yram de Oxala guian e seus filhos do Ile Asé Ala Caja Lonin, 
e Felipe de Oxóssi e Carol da Oxum ambos são do ILÉ ASE DAJÒ ÍYÀ OMÍ SÀBÁ que tem a frente o Babalorixá Noamã Pinheiro, Muito Axé para todos, 
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!


QUERO AGRADECER A TODOS, MAIS ESPECIALMENTE A ESSA TURMA AI, QUE FOI RESPONSÁVEL POR ESSA LINDA HOMENAGEM AO REI DAS MATAS OXÓSSI.
   
  


  



  
    






  

  
  
  



  
  

  

  








  



  

SARAVÁ FRATERNO PARA TODOS OS MEUS IRMÃOS
Okê Oxossi ou Okê Arô – saudação ao Orixá Oxossi que significa: salve aquele que grita, que brada; Salve o caçador; Salve, Oxossi.  Também usado como saudação aos Caboclos (Okê, Caboclo).

Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins