22 março 2016

A Imagem de yemanja na praia de cabo branco - paraíba, de novo atacada, chega de Intolerância Brasil...



A Imagem de yemanja na praia de cabo branco - paraíba, de novo atacada.... 
enquanto o país enfrenta mais uma luta contra a opressão. Opressão sim contra todas as classes sociais, vândalos acabaram de cortar a cabeça da nossa estátua de Yemanja que se localizar na praia do cabo branco. Estamos no meio de uma guerra e não podemos ceder, só com a luta se tem vida. Esse ato é uma afronta a toda comunidade de terreiro que por sinal estão muito acomodados em suas casas, não tendo a consciência de que estamos a um tris de perder todos os direitos que temos conquistado até aqui. Os crimes de intolerância estão espelhando e se discriminando por todo o Brasil. Podem destruir tudo, mas, não conseguiram destruir nosso legado nem nossa história, que está impregnada no sangue de todos os brasileiros inclusive da nação branca burguesa. Pra quem já cortou várias cabeças NA DITADURA, mais uma não faz mal. Que Íyá Olókùn, a ìyá Orí, Yemanja nunca se esqueça de vocês. Quero ver vir cortar a minha. Não me calarei. Cleiton de xango...


19 março 2016

Encontro de políticas da igualdade racia!

‪#‎maxaranguapesemracismo‬... Séc de assistência social CRAS ‪#‎redemandacarubrasil‬.... Neabic realizam encontro de políticas da igualdade racial promovendo combate ao racismo e intolerância no âmbito da região...













16 março 2016

Carta de Mãe Beata de Iyemonjá às autoridades sobre o uso da palavra ACARAJÉ, Nesse momento eu peço socorro até a ONU e o Brasil ao Ministério de Cultura.


” Carta de Mãe Beata de Iyemonjá às autoridades sobre o uso da palavra ACARAJÉ pela Polícia Federal para denominar a operação contra a corrupção e por corruptos para designar dinheiro.
ACARAJÉ PÃO QUE ALIMENTA
Eu Beatriz Moreira Costa, Mãe Beata de Iemanjá é com pesar que vejo dia a dia como a questão cultural no Brasil está piorando.
Que País é esse Olorum? A que ponto chegamos? Dar o nome do saboroso e sagrado ACARAJÉ a uma ação policial contra as falcatruas e ladroeiras promovida por elementos vis e perversos que não merecem ser comparados à palha que tiramos do feijão para fazer o acarajé, quanto mais ao ACARAJÉ.
Vou traduzir para vocês em yoruba: akara quer dizer pão e unjé quer dizer o que se come. Acarajé pão que alimenta. Acarajé para os nossos ancestrais é um alimento sagrado que se oferece aos Deuses da natureza em momento de celebração. Não existe Orixá que não se sinta feliz em receber um acarajé. Para os Orixás que comem azeite de dendê, ele é feito com o mesmo. Para Obatala e os Orixás fun fun ele é feito com banha de ori, óleo de milho, girassol ou outro óleo qualquer. Não é para estar metido em roubalheira falta de caráter e falta de ética.
Eu, neste momento, como baiana e descendente dos meus ancestrais que foram capturados no solo sagrado da África, onde a história da humanidade começou, fico triste em ver um patrimônio de nossa cultura incluída nessa vergonheira. Infelizmente, as leis estão aí, mas não são cumpridas. E vou até dizer uma coisa, esses ladrões são dignos de compaixão, não sabem o que falam, o que é cultura, o que é saúde, o que é humanidade. Até aí se vê o grau de insensatez que chegou os dirigentes de nossa Nação.
Xangô, deus da justiça, Iansã deusa das tempestades, raios e vulcões que com seus elementos sagrados cubram toda essa perfídia.
O ACARAJÉ faz parte da nossa cultura, da nossa cidadania, é a nossa pertença.
Eu fui criada com muitas senhoras iyalorixas dignas e honradas no Recôncavo baiano que viviam do acarajé. Quem não conheceu em frente à Igreja da Purificação em Santo Amaro, Tia Encarnação que vendeu anos e anos o seu delicioso acarajé? Outras e outras mulheres negras faziam o mesmo em Cachoeira, no Acupe e em São Felix. A ladeira da Praça da Bahia, sempre decorada com as baianas vendendo os seus deliciosos acarajés. Ninguém era ladrão.
Em nome de Olorum, Senhora Presidente, a Senhora que é uma mulher que tanta esperança colocou na minha ideologia de negra descendente de africanos escravizados, assim como o Senhor ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desejo que o acarajé lhe dê força, sirva de ferramenta política para que a Senhora e outras estadistas de moral, caráter e vergonha respeitem os nossos ancestrais. A razão do pendão de nossa esperança chamado o Brasil.
Nesse momento tenho tristeza de dizer que sou uma brasileira. Não temo a morte e não voto para compartilhar com ladrões, ignorantes e sem cultura.
ACARAJÉ quer dizer cultura. Quem não gostar, quem não aceitar o meu protesto, eu tenho nome e sobrenome. Sou Beatriz Moreira Costa, iniciada na religião do candomblé. Sou baiana do Recôncavo, nasci no Iguape, no Engenho Novo, descendente de africanos escravizados. Ninguém põe cadeado na minha boca e nem corrente nas minhas pernas.
Vamos Tia Ciata, Anastácia, Clementina de Jesus, Sinhá Dionísia, Iyalorixa Olga Francisca Regis, Dona Senhora, Obabiy e todas as iyalorixas e babalorixas do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, vamos gritar pelos nossos direitos. A lei existe só falta que enfrente esse desrespeito com verdade, respeito, amor e esperança. Nossa Nação merece a nossa luta. Vamos a ela.
Odide Orixás, odide todos os meus ancestrais, Mandela, Gandhi, Fela Kuti.
Acorda Senador Paulo Paim, Deputada Benedita da Silva, Ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa, é a nossa cultura que está sendo desrespeitada é a nossa pertença.
Nesse momento eu peço socorro até a ONU e o Brasil ao Ministério de Cultura.
Rio de janeiro, 29 de fevereiro de 2016.

Beatriz Moreira Costa
Mãe Beata de Iemanjá


Atos que levaram à destruição de parte do espaço sagrado onde funciona a Ilê Axé Yemanja Ogunté, na cidade de Valparaiso de Goiás, na área metropolitana de Brasília. O ocorrido origina-se em disputa judicial muito antiga que envolve a posse de lote urbano.







O GT Jurídico Nacional da Casa de Oxumare recebeu, na manhã de segunda-feira (14/3, 8h), a Mãe Noeme e parte de sua comunidade. Ali foi-nos explicado o conjunto de todas as situações relativas aos atos que levaram à destruição de parte do espaço sagrado onde funciona a Ilê Axé Yemanja Ogunté, na cidade de Valparaiso de Goiás, na área metropolitana de Brasília. O ocorrido origina-se em disputa judicial muito antiga que envolve a posse de lote urbano. Há decisão judicial transitada em julgado que determina a reintegração de posse de parte do local onde funciona o espaço religioso comandado por Mãe Noeme. Sobre este aspecto já há acompanhamento jurídico de advogado constituído nos autos e que vem lutando para reverter a situação. Este debate não está sob nossa avaliação e nosso controle.

No cumprimento do mandato de reintegração de posse, contudo, houve a violação de um conjunto de espaços, estruturas e instrumentos do culto dos orixás e das entidades daquela Casa, que podem ser caracterizadas como uma violência e que merece o mais amplo repúdio. A Constituição Federal de 1988 assegura a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado também o livre exerício aos cultos religiosos e garantida a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. Assim, ninguém poderá ser privado de direitos pelos motivos de crença religiosa! O ocorrido é muito grave. Se fosse uma casa de qualquer pessoa já haveria críticas, pois a Mãe Noeme não tinha conhecimento integral da ordem de reintegração. Mas, em um local de Culto do sagrado, independentemente da denominação religiosa, o que aconteceu deve ser investigado pelas autoridades responsáveis e acompanhado pelas entidades e grupos do movimento negro e religioso.



Fonte: Casa de Oxumarê

Rede jovens de terreiros do RN e rede mandacaru brasil....alem de muitas rocas. Centros. Iles..religiosas e religiosos de matriz africana...

Baba Fernandes José 

Nas aguas de Yemonjar em barra de maxaranguape povos e comunidades litoranea norte do RN e vale do Ceara Mirim RN...alem da acao cultural religiosa reconhecimento historico pelo governo do estado do RN de yagbas sexagenarias como patrimonios vivos da resiliencia cultural de povos tradicionais de matriz africana ...coordenacao ogam tito participacao:
Prefeitura de maxaranguape e coeppir/sejuc RN...fonsapotma rn...comissao de terreiros do rn...articulacao de mulheres e homens do axe. Rede jovens de terreiros do rn e rede 
mandacaru brasil....alem de muitas rocas. Centros. Iles..religiosas e religiosos de matriz africana...

  
Carla Lemos

Cassio Soares.

Baba Fernandes José 

Iyá Francisca Silva.

Maria Xoroquė.

14 março 2016

Mulheres AXE do RN... um novo marco institucional e garantido para articulação de mulheres!












Fórum de mulheres de axé/articulação de mulheres de axé fazem leitura do regimento e pauta nacional e tem articulação garantida com os vinte sete estados... leitura e apreciação e deliberação do novo regimento ágora com art. Nacional foi aprovada por unanimidade pelas presentes formação colegiada marca articulacao de mulheres AXE do RN... um novo marco institucional e garantido para articulação de mulheres do e de axé do estado muita luta... continuará sempre é muito axé a todas...

12 março 2016

Zélio Fernandino de Moraes

UMBANDA... INTRODUÇÃO

Todos os fatos tratados neste Blog encontram-se documentados e vários são os estudiosos que já trataram deste tema. 

Nossa contribuição é somente no sentido de divulgar mais esses fatos históricos , que infelizmente nem todos os pesquisadores ou praticantes da Umbanda conhecem; também não sabemos o motivo deste quase total desconhecimento , por parte dos praticantes da Umbanda , do nascimento do movimento Umbandista. 

Achamos muito importante deixar registrado ,pois nosso País tem memória curta , e não devemos deixar cair no esquecimento todo o esforço deste homem , amparado pelo mundo espiritual , que foi o responsável pelo surgimento da Umbanda , nosso respeitável irmão de 

fé Zélio Fernandino de Moraes.



05 março 2016

Transformadas em ações afirmativas mulheres. Educação. Cultura e assistência social






Ronda da cidadania étnica em pleno vapor... em audiência com secretaria de assistencial social de Semthas Maxaranguape RN e camara de vereadores, viabilidade e audiência pública e ações Que visem pactuacoes de políticas públicas de igualdade racial transformadas em ações afirmativas mulheres. Educação. Cultura e assistência social segurança pública e saúde... marcaram conversas e agenda com gestora municipal efetivado ações que o município de Saúde Maxaranguape já tenham e venham efetivar outras ações... inclusive conselho de mulheres e de igualdade racial e fórum erer no município... entidades:
Articulação Ceará mirim
Comissão de terreiros do RN
Art de homens e mulheres de axé
Fórum educação relações étnicos raciais 
Rede de jovens de terreiros RN
Cenerab RN
Rede Mandacaru Brasil
Coeppir e codim/Sejuc RN


Fonte: Fernandes José Josimar Rocha

Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins