31 março 2015

Ontem, 30/03 estivemos na Câmara Municipal de Limeira para acompanhar a votação onde foi APROVADO em Regime de Urgência Especial I – Projeto de Lei n º 237/14, de autoria do nobre Vereador Wilson Nunes Cerqueira

 

Vencemos!
Ontem, 30/03 foi APROVADO em Regime de Urgência Especial I – Projeto de Lei n º 237/14, de autoria do nobre Vereador Wilson Nunes Cerqueira, que dispõe sobre a proibição, através de qualquer meio, de verificação e/ou inquirição sobre religião na admissão ou adesão às empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins no âmbito do município de Limeira e dá outras providências.
- Proíbe a verificação da religião de candidatos às vagas de trabalho em empresas públicas e privadas, sociedade e clubes de Limeira.
Obrigado nobre vereador Wilson Nunes Cerqueira e todos os nobres vereadores e vereadoras que aprovaram o projeto!
Agradeço também, a todos os filhos e irmãos umbandistas que estiveram presentes, apoiando a votação!
Juntos por uma Limeira sem preconceito e sem intolerância!

 

28 março 2015

Ontem estivemos na Câmara Municipal de Limeira participando dos eventos (Pai Evandro Fernandes)








Ontem estivemos na Câmara Municipal de Limeira participando dos eventos: "Mulher no noticiário brasileiro" e "Estudos feministas e religião", organizado pela Procuradoria Especial da Mulher e Escola Legislativa Limeira Paulo Freire.
Ótimo aprendizado e troca de informações que poderão ajudar no combate à discriminação, prevenção e orientação nos casos de violência contra a mulher.
As religiões tem papel fundamental nesse processo e desejamos contribuir no que for necessário para que esse quadro seja mudado.
A Umbanda mais uma vez, estava presente!
Obrigado a Mara Jaqueline de Oliveira, Joyce Hailer, Fernando Campos e Nobre Vereadora Erika Tank II pelo convite e oportunidade.
Saravá fraterno!
 

Xangô, meu pai!


Xangô é o Orixá da Justiça e do Equilíbrio; Senhor do fogo, dos trovões e das pedreiras. Não cede nem à flexão e nem à pressão, é rígido e estável como as rochas, julga de forma severa mas sem precipitação e finalmente estabelece a ordem tranquilizadora. Devemos estar preparados e conscientes ao pedir Justiça à Xangô pois ela será feita, mas não a justiça dos homens e sim a Justiça Divina. É mais comumente sincretizado com São Jerônimo, que tem dia comemorado em 30 de setembro, ou São João Batista, que comemoramos em 24 de junho. Suas cores são o marrom, o vermelho ou o cinza; seus símbolos são o machado de dois cortes que remete à imparcialidade, a balança que está ligada à justiça e a estrela de seis pontas que representa o equilíbrio; suas pedras são o olho de tigre e a pedra do sol. Na pedreira, com Iansã, Xangô nos traz o arrojo, a determinação, a fortaleza, a segurança, a firmeza e a sustentação. Na cachoeira, com Oxum, Xangô nos purifica, nos energiza, nos dá vida, vigor, saúde e inteligência.

Pretos Velhos – Adorei as almas!!!!





Preto-velho, no ritual de Umbanda Sagrada, é um grau manifestador de um Mistério Divino. Nem todo Preto-Velho é preto ou velho. A forma como os Pretos-Velhos incorporam, curvados, expressa a qualidade telúrica de Pai Obaluaiê. O peso que parecem carregar não é fruto do cansaço, da idade avançada ou velhice, mas é a ação da qualidade estabilizadora, terra, desse orixá.

Essas entidades manifestam-se sob a aparência de negros escravos, trazendo-nos o exemplo de humildade e simplicidade da alma. São espíritos elevadíssimos, com vasto campo de atuação, encontrados nas Sete Linhas de Umbanda, pois trabalham a Evolução nos sete sentidos da vida dos seres.

Trazem sempre palavras de Fé, de esperança, de consolo e de perseverança, com sua sabedoria, paciência, paz e serenidade.
São espíritos de velhos africanos que foram trazidos para o Brasil como escravos e que trabalham na Umbanda como símbolos da fé e da humildade. Seus trabalhos são de ajuda aqueles que estão em dificuldade material ou emocional, sendo que, o seu trabalho se desenvolve mais para o lado emocional e físico, das pessoas que os procuram, sendo chamados, carinhosamente de psicólogos dos aflitos. Sua paciência em escutar os problemas e aflições dos consulentes, fazem deles as entidades mais procuradas na Umbanda, são chamados de Vovôs e Vovós da Umbanda.

Ogum, São Jorge Guerreiro.


Cada um dos 16 orixás – as entidades cultuadas no candomblé e na umbanda – corresponde a um ou mais santos católicos.
Ogum é uma divindade masculina iorubá, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal, OGUM é o arquétipo do guerreiro.
Bastante cultuado no Brasil, especialmente por ser associado à luta, a conquista, é a figura do astral que, depois de Exu, esta mais próxima dos seres humanos. O guerreiro sempre foi à figura mística do deus mais evocado, já que é sua função realizar no astral as guerras que os seres humanos não conseguem travar ou vencer na sua luta cotidiana.
Foi uma das primeiras figuras do candomblé incorporada por outros cultos, notadamente pela umbanda, onde é muito popular. É sincretizado com São Jorge.
São Jorge sempre despertou-nos mais variados povos da Antiguidade, e ainda hoje, o fascínio de uma divindade que mesclava a força, a energia criativa,à proteção do guerreiro, daquele que traz consigo o poder da terra e dos veios ferrosos. O ferro, enquanto matéria prima imprescindível para a confecção das armas que manteriam determinada sociedade em condições de lutar pela sua sobrevivência, associou-se a vários outros símbolos que culminaram por forjar o famoso “Santo Guerreiro”.

27 março 2015

24 março 2015

E com muita tristeza que O Blog Mariano de Xangô publica essa nota de Falecimento.

Déde Baiano que Deus o acolha em sua santa Morada. Babalorixá, Mestre Juremeiro muito conhecido em Natal e Rio Grande do Norte.
Babalorixá Claudio Oliveira

NOTA DE FALECIMENTO
Hoje para nossa surpresa falece em Natal-RN, um grande juremeiro, meu padrinho de jurema Jose Edmilson- DEDÉ BAIANO homem de uma dignidade desejável, de uma integridade espiritual impar, NÓS PERDEMOS A MATÉRIA DE UM GRANDE JUREMEIRO MESTRE E A JUREMA HOJE GANHA UM GRANDE MESTRE DE JUREMA, NÓS MEROS MORTAIS ESTAMOS TRISTE POR ESTA PASSAGEM, MAIS A ESPIRITUALIDADE ESTA EM FESTA PARA RECEBER ESTE GRANDE MESTRE, nós somos individualistas por querer ter em nossa vida uma pessoa só para nós, e não aceitarmos que a passagem pela terra como uma caminhada rápida, uma coisa me conforta, é saber que este que ESTE GRANDE HOMEM CUMPRIU SUA MISSÃO, AQUELA QUE FOI DADA POR DEUS, SIGA EM PAZ MEU PADRINHO, MEU MESTRE MEU MENTOR, MESMO DISTANTE, NOSSOS LAÇOS SEMPRE ESTARÃO INTERLIGADOS, POIS TENHO ORGULHO DE SER UMA SEMENTE SUA, VÓS FOSTES PROTAGONISTA E CRIADOR DESTA MERA CRIATURA QUE SOU EU, SUA A BENÇÃO MEU VELHO, E OLHE POR NÓS, POIS SABEMOS QUE SEU CICLO PELA JUREMA TOMARÁ UM RUMO QUE NO FUTURO NÓS SEGUIREMOS ESTA ESTRADA. SARAVÁ E MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS E RESPEITO POR TUDO QUE ME ENSINOU. GLORIA AOS MESTRES RECEBERÁ SEU ESPIRITO. MINHA A BENÇÃO MEU MENTOR.
 
Palavras- do Babalorixá Melquisedec C. Rocha (Babalorixá Melquisedec de Xangô)

19 março 2015

O momento é de união, diz Babá Pecê Durante a cerimônia em louvor a Ogum, realizada no último sábado, dia 14

Preocupado com os constantes ataques sofridos pelas religiões de matrizes africanas, o Babalorixá da Casa de Oxumarê, Sivanilton Encarnação da Mata, mais conhecido como Babá Pecê, reuniu os integrantes do terreiro e da comunidade para fazer um grande chamado para o povo de axé.

Durante a cerimônia em louvor a Ogum, realizada no último sábado, dia 14, o sacerdote convocou a todos para que juntos pudessem praticar o perdão coletivo, que no candomblé é o Ojo Fyedenu. De acordo com Babá Pecê estamos vivendo um momento extremamente delicado e todas as pessoas que são ligadas as religiões de matrizes africanas devem se unir em prol de um único objetivo: fortalecer a religiosidade na luta contra aqueles que tentam nos oprimir, calar nossas vozes, degradar nossas crenças, e desqualificar nosso culto e nossa fé.
“É hora de acabarmos com nossas diferenças internas. Vamos colocar em prática o Ojo Fiyedenu: o perdão que nos une! Se temos algum problema com um irmão de axé, ao invés de expor, de macular a imagem do outro, vamos nos acertar internamente. Temos é que nos unir contra quem tenta nos exterminar, isso sim”, afirmou o babalorixá.

Antes de terminar a convocação para o Ojo Fiyedenu, Babá Pecê fez um resgate histórico sobre a condição do povo africano no Brasil. Desde a sua chegada como ser escravizado e como tiveram que superar as suas antigas diferenças para assegurar a sobrevivência depois de terem sido sequestrados da África para servirem aqui no Brasil e em outros países da diáspora.
“Eu, Sivanilton da Mata, líder religioso, Babalorixá da Casa de Oxumarê declaro Fyedenu. Juntos, unidos para mais um combate. Convoco a todos os adeptos das religiões de matriz africana e espiritualistas, para uma grande cruzada contra a intolerância que nos atinge. Nos despindo das vaidades, aproximando as diferenças, praticando a alteridade, respeitando as diversidades. Reafirmo: do perdão nasce a união”, finalizou Babá Pecê.

Manifesto Religioso
Ojó Fiyedenu
Desde os primórdios da colonização, quando da introdução do braço escravo negro em terras brasileiras, a religiosidade africana trazida pelos grilhões da escravidão atravessou séculos e desenvolveu mecanismos de resistência e sobrevivência, graças a um singular momento, em que povos de diferentes etnias e complexos culturais distintos foram singularizados pelo estatuto do escravismo e com isso iniciaram um processo, de aproximação pelo instrumento cultural da religiosidade, que criou e também tornou-se um símbolo de identidade. A construção dessa identidade tornou-se viável, quando o elemento africano aqui escravo foi gradualmente percebendo, que a religião era um de seus maiores valores, a fim de resistir as agruras dos castigos e atentados a sua condição humana. Os conflitos étnicos, políticos e territoriais existentes no continente africano, cenário de guerras e conquistas tornaram-se aos poucos, epopeias de povos, que reinventaram uma nova sociabilidade, religiosidade e relações de poder, a fim de não sucumbir à opressão da chibata. A necessidade da união trouxe consigo a graça do perdão, que aproximou e irmanou povos sob a benção dos deuses. Ojo Fiyedenu: o perdão que nos une!
Hoje, mais uma vez e mais do que nunca Ojo Fyedenu deve ser o perdão que há de nos unir contra aqueles que mais uma vez tentam nos oprimir, calar nossas vozes, degradar nossas crenças, desacreditar nosso culto e nossa fé. Os que nos atacam buscam de inúmeras maneiras nos outorgar o estigma do primitivismo, da barbárie, do “mal”. Atentam contra os princípios democráticos de nossa sociedade, que vem ao longo de décadas fortalecendo os pilares de um Estado fundado nos princípios inalienáveis da liberdade e da plena participação do cidadão. Repudiamos qualquer ato que se apoie na opressão e que busque reprimir nossas manifestações e de outros credos, vitimados por perseguições e ataques.
Eu, Sivanilton da Mata, líder religioso, Babalorixá da Casa de Oxumarê declaro Fyedenu. Juntos, unidos para mais um combate. Convoco a todos os adeptos das religiões de matriz africana e espiritualistas, para uma grande cruzada contra a intolerância que nos atinge. Nos despindo das vaidades, aproximando as diferenças, praticando a alteridade, respeitando as diversidades. Reafirmo: do perdão nasce a união!
Para sobreviver necessitamos resistir e para resistir precisamos nos unir. Afastar de nós tudo aquilo, que nos divide, nos separa, nos isola e mina nosso ímpeto de derrubar os muros da ignorância, do obscurantismo, dos radicalismos, que se levantam contra tudo que acreditamos.
Ecoam sobre nós as vozes daqueles que tanto lutaram, para que pudéssemos hoje prestar culto aquilo que nos foi legado. Nações, Axés pedaços de um todo, elos da mesma corrente, que não prende, liberta, que não cala, clama por liberdade e respeito. O momento é agora. Não nos cabem dissenções, mas sim o ombro a ombro, braços dados, ousados por aquilo que nos iguala: a nossa fé.
Hoje, quatorze de março, data da liturgia de Ogum em nosso terreiro a espada e o escudo alerta-nos que é preciso resistir. Orixá que ensinou ao homem, o poder de domesticar as plantas e com isso alimentar o corpo. O poder de fundir o metal e com isso vencer as dificuldades naturais. Transformação e progresso juntos nas mãos do ser humano. Mas para superar foi preciso antes de tudo acreditar. Acreditar, que para vencer é preciso remover o que nos enfraquece e fortalecer o que nos une. Antes de abraçar a causa, abraçar o outro, lutar não por um, mas por todos
Da diferença nascerá a resistência. Compreendendo o verdadeiro sentido do vocábulo IRMÃO. Perdoando-nos e na força do abraço fundaremos um novo tempo. Tempo de mudanças, de afirmações. A causa é nobre e a luta é justa.
Sivanilton Encarnação da Mata
(Babá Pecê)
Casa de Oxumarê
 
Fonte Casa de Oxumare 

17 março 2015

Jornal de Umbanda Sagrada – JUS

Indicação de Leitura:

Jornal de Umbanda Sagrada – JUS

O Jornal de Umbanda sagrada foi criado em 1999 com o objetivo de divulgar a Umbanda e trazer informação fundamentada para os médiuns e frequentadores da religião. Por ser um veículo sem fins lucrativos, não faz anúncios, apenas conta com parceiros fixos que sustentam a produção, impressão e distribuição do JUS. Hoje o Jornal de Umbanda Sagrada já completa 13 anos, trazendo informação de qualidade para quem respeita e ama a Umbanda. Como diria o Caboclo das Sete Encruzilhadas, fundador da religião:

“Vamos aprender com quem sabe mais, ensinar a quem sabe menos e não virar as costas a ninguém”.

 

Alexandre Cumino


parceiro o meu amigo e irmão  Pai Evandro Fernandes

15 março 2015

Livro: Iniciação à Umbanda

Indicação de Leitura:

Livro: Iniciação à Umbanda 
Autores: Ronaldo Antonio Linares, Diamantino Trindade e Wagner Veneziani Costa
Editora: Madras


INICIAÇÃO À UMBANDA
Este livro chega à quarta edição pela Madras Editora.
Antes dessas quatro edições muita história para contar nestes trinta anos da obra.
A duas primeiras edições foram publicadas pela Tríade Editorial (Ícone Editora) entre 1985 e 1989 com autoria de Diamantino Fernandes Trindade.
Foram também publicadas duas edições do segundo volume em parceria com Ronaldo Linares, Edison Cardoso de Oliveira e Esmeralda Salvestro Perusso. 
Uma nova edição dos dois volumes foi publicada em 1990 pela Daath Editora.
Em seguida surgiram algumas edições clandestinas do livro chegando mesmo a serem retirados os nomes dos autores da capa (isto é Brasil).
Finalmente em 2008 a obra foi reformulada e, agora, em parceria com Ronaldo Linares e Wagner Veneziani Costa (Diretor-Presidente da Madras Editora).

Fonte: Evandro Fernandes

É com satisfação que o Ilê Axé Dajô Obá Ogodô APRESENTA SUA NOVA PARCEIRA: UNIPOP (Universidade Popular do Nordeste )


É com satisfação que o Ilê Axé Dajô Obá Ogodô APRESENTA SUA NOVA PARCEIRA: UNIPOP (Universidade Popular do Nordeste ) e convidamos os filhos(as), amigos(as), parceiros (as) e colaboradores(as) para participar da Nossa primeira RODA DE ESCUTA E CONVERSA COM QUEM GOSTA DE APRENDER E ENSINAR: "EDUCAÇÃO POPULAR É UMA QUESTÃO DE RAÇA",

Onde? ILÊ AXÉ DAJÔ OBÁ OGODÔ
Quando? Sábado, 28 de Março de 2015
Horário: 15:00hs
sejam bem vindos a nossa casa! Venham para mais um momento de confraternização, finalizaremos esse momento com uma grande Ciranda, a Ciranda dos saberes com o calor do abraço e um lanche coletivo.

DURANTE TODO O DIA ESTAREMOS COM A NOSSA FEIRINHA MONTADA, AOS INTERESSADOS EM EXPOR ENTRAR EM CONTATO:
Iyalaxé Flavinha Dela Rocha D´Oxum - (84) 88737628 - Whats / (84) 9641 1361

Ilê Axé Dajô Obá Ogodô
Rua de Acesso ao Comum, 1245, Extremoz/RN
(ao passar pela estação de trem de Extremoz, atravessa o nivel e segue pela esquerda da linha, mais a frente encontrará um paredão, entra a esquerda e segue pela rua 31 de Março, passarão por eucaliptos e por um caminho de cercas brancas, o Terreiro fica na esquina, Entrada da Rua de Acesso ao Distrito Comum).

Contatos:
Babá Melquisedec C. Rocha
(84) 8822 6026 - Oi
(84) 9607 7319 - Tim 
(84) 9656 0581 (Whats app)
(84) 91252692 - Claro

12 março 2015

A Primeira Tenda de Umbanda

Visite o site da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.
A primeira tenda de Umbanda, fundada pelo Sr. Caboclo das Sete Encruzilhadas, incorporado em seu médium, Pai Zélio Fernandino de Morais.


A Primeira Tenda de Umbanda

Em 16 de novembro de 1908, o Caboclo das Sete Encruzilhadas, por intermédio de seu médium Zélio Fernandino de Moraes, deu início a um culto espírita, dando-lhe o nome de Umbanda - uma religião genuinamente brasileira - e ao primeiro templo destinado a sua prática, a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, o mais antigo centro de Umbanda, ainda hoje em funcionamento, e que mantém, ao longo de mais de um século de história, os mesmos preceitos de humildade, amor e caridade, passados pela orientação do “Chefe”, como carinhosamente chamamos o Caboclo, que foi auxiliado, em seus trabalhos à frente da casa, pelos espíritos de Pai Antônio e Orixá Malet.
Cabana de Pai Antônio
Fundada por Zélio de Moraes em meados da década de 1950, em Cachoeiras de Macacu, município na região serrana do estado, foi, desde o início, um local utilizado pelos médiuns da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade (TENSP) para a realização de trabalhos especiais, como rituais festivos, entregas e o amaci, além de sessões de caridade, realizadas com seu próprio corpo mediúnico. Nesta casa, Zélio deu continuidade a seu trabalho espiritual, após transferir para sua filha Zélia, a direção da TENSP, então localizada na rua Don Gerardo, no Rio de Janeiro. Na Cabana e depois em sua própria casa, Zélio, até o seu passamento em 1975, procurou auxiliar a todos aqueles que buscavam seu apoio e conforto físico e espiritual, em quase 7 décadas de trabalho mediúnico. Desde o início da primeira década de 2000, a Cabana também funciona como a sede da TENSP. 

Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
mariano_xango@yahoo.com

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins