21 janeiro 2017

Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - R/N





#21deJaneiro - Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi instituído pela Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007. A data rememora o dia do falecimento da Iyalorixá Mãe Gilda, do terreiro Axé Abassá de Ogum (BA), vítima de intolerância por ser praticante de religião de matriz africana. A sacerdotisa foi acusada de charlatanismo, sua casa atacada e pessoas da comunidade foram agredidas. Ela faleceu no dia 21 de janeiro de 2000, vítima de infarto.


A Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COEPPIR) da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC) vem trabalhado em prol da superação desse problema no Estado do Rio Grande do Norte com as seguintes iniciativas: a) criação da Ouvidoria-Geral da Igualdade Racial (vinculada à SEJUC) que deverá receber denúncias de racismo e de intolerância religiosa; b) criação do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (a Coordenadoria deverá inaugura-lo nesse primeiro semestre de 2017); e c) criação do Fórum Estadual Inter-Religioso por uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença do RN (FOIR-RN) que deverá ser um espaço de diálogo e construção para superarmos esse problema da intolerância religiosa.

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Ass: Mariano de Xangó
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O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins