13 fevereiro 2016

O Ministério Público do Paraná quer que as escolas públicas e particulares de Guaraqueçaba ensinem de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena.

Promotor exige ensino de História Afro-brasileira e Indígena em Guaraqueçaba

Imagem do livro A Arte Guarani-Mbya de Guaraqueçaba, Aldeia Kuaray Guata Porá, de Daniel Conrade

O Ministério Público do Paraná quer que as escolas públicas e particulares de Guaraqueçaba ensinem de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena.

De acordo com o Jornal dos Bairros, editado em Paranaguá, o promotor de Justiça Rafael Carvalho Polli ajuizou inquérito civil para que as instituições de ensino municipais, estaduais e provadas no Município incluam o estudo na grade curricular como disciplina obrigatória.

De acordo com a Promotoria, é necessário que sejam respeitados e ensinados nas escolas “diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da África e dos africanos e a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil”. Além disso, o MPPR ressalta que o aspecto brasileiro social, cultural, político e econômico, são itens importantes para a formação do Brasil, que devem ser ensinados nas escolas.

Segundo o promotor, o “racismo institucional” pode ser visto na sociedade atual, nos aspectos relacionais vigentes em muitos casos, como algo que demonstra um preconceito muitas vezes inconsciente, demonstrando ignorância e a presença de esteriótipos racistas. A Promotoria afirma que as instituições não podem ficar inertes perante evidências claras de desigualdade racial.

No inquérito civil, o MPPR investiga se a matéria está sendo aplicada nas escolas particulares e públicas de Guaraqueçaba. A decisão pode criar precedentes para outros municípios do litoral. A Secretaria de Educação do município, assim como escolas estaduais e particulares, deverão se posicionar oficialmente em 15 dias sobre a questão.

Com informações do Jornal dos Bairros



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