04 setembro 2014

A Câmara Municipal de Areia Branca sediou na noite do último dia 28, a 11ª edição do Encontro de Religiosos de Matriz Africana da Salinésia


A Câmara Municipal de Areia Branca sediou na noite do último dia 28, a 11ª edição do Encontro de Religiosos de Matriz Africana da Salinésia, organizado e realizado pela Casa de Cultura de Matriz Africana Ilê Asé Dajó Ìyá Omy Sàbá.

Os trabalhos foram coordenados pelo Babalorixá Noamã Pinheiro, líder espiritual da casa, que tradicionalmente realiza encontros de religiosos com o intuito de levantar questões de relevante interesse social.

Palestraram naquela noite, o Babalorixá Melquisedec da Rocha e a antropóloga Dra. Eliane Anselmo. A mesa de abertura foi composta pelas Ialorixas Francelina Cruz da (Oxum) e a Mãe de Santo Katia de (Oxalá), pelo presidente da Fundação Areia Branca de Cultura Aldemir Seixas, Gerente de Turismo Viviane Araújo e pelo estudante de jornalismo e editor do blog Carlos Júnior.

Sob a temática da intolerância religiosa, a noite de debates foi considerada rica e proveitosa pelos presentes que expuseram pontos de vista em torno de casos vivenciados e do combate a intolerância sofrida principalmente contra os povos tradicionais de terreiro.

O encontro antecedeu a realização do ritual do Olubajé, o banquete do rei e ritual da partilha que aconteceu no sábado passado (30-08-14), no Ilê Asé Dajó Ìyá Omy Sàbá, na rua Duque de Caxias, centro de Areia Branca.











Fonte:Agradecimento ao blogueiro e jornalista Carlos Júnior do Blog http://vozdeareiabranca.com.br/



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O QUE SÃO OGÃNS?

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Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins