30 agosto 2014

Hoje, celebramos 50 anos do nascimento do predestinado pelos Òrìsás ao Pai Òsùmàrè

O KU ÒJÓ ÌBÍ (Parabéns Bàbá Pecê).

Hoje, celebramos 50 anos do nascimento do predestinado pelos Òrìsás!!!

Em um domingo, aos 30 de agosto de 1964, na celebração ao Pai Òsùmàrè. Ainda pela manhã, após as oferendas que antecedem a cerimônia pública, a filha primogênita de Mãe Simplícia, Nilzete Austracliano da Encarnação, sentiu as dores do parto. Correram a chamar dona Sinhazinha de Oya, filha de santo do terreiro da Casa Branca, uma conhecida parteira residente na Vila América, localizada há poucas quadras do terreiro de Òsùmàrè. Mas, quando ela chegou, a criança já havia nascido. No primeiro momento em que veio a luz, Ògún tomou a criança nos braços e o apresentou para todos como o futuro Bàbálòrìsà da Casa de Òsùmàrè. A criança recebeu o nome de Sivanilton Encanação da Mata. Sua avó passou a chama-lo carinhosamente de “Pecê”,resultando- lhe esta alcunha.

As Ègbón mais velhas da Casa de Òsùmàrè relatam que Bàbá foi criado dentro da hierarquia do candomblé, desde pequeno foi sendo preparado para ser o futuro Bàbálòrìsàdo terreiro. Mas, mesmo ciente que ocuparia o mais alto posto hierárquico da Casa, nunca passou de cabeça em pé no meio de suas mais velhas, nem tão pouco sentou na mesma altura, sempre teve uma admirável educação de àse. ‘‘O Bàbá Pecê foi um bom filho, um bom Ìyáwó, por isso é um bom Pai”( Ègbón Cotinha de Òsàlà ).

Em 1991, Bàbá Pecê, assume a Casa de Òsùmàrè, contando com o apoio das mais antigas, que tanto aguardavam a profecia de Ògún, realizada no momento de seu nascimento. 
Baba Pecê perpetua o legado dos ancestrais conduzindo a Casa de Òsùmàrè com a mesma dignidade. Seu olhar contempla a todos, não só aos seus filhos e filhas de santo. Sua luta é em defesa da cultura e religiosidade africana e da união dos povos.

Bàbá Pecê, tornou-se uma referência na reivindicação pelo respeito religioso, disseminado o candomblé com fé e amor se tornou a maior liderança religiosa do seguimento. Conduz a maior comunidade de matriz Africana no Brasil com o mesmo olhar e carinho paterno para com todos os seus filhos, filhas, netos, netas, bisnetos, bisnetas, tataranetos, tataranetas..., etc..., sem distinção!

Exemplo de ser humano, homem pé no chão, o tamanho de sua grandeza espiritual é a mesma medida de sua humildade. Parabéns...

Sua benção Pai, vida longa!!!
FONTE: Facebook : Casa de Oxumarê

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O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins