06 maio 2014

Como tudo começou Sacerdotisa Káthia Cruz


Apresentação da Sacerdotisa Káthia Cruz Nós que fazemos o Jornal Axé em Noticia queremos apresentar a toda a sociedade areia-branquense a nova zeladora da Casa Pai José de Aruanda, a professora Káthia Cillenne Cruz, brasileira, casada, pedagoga, domiciliada e residente nesta cidade á Rua Natal, Bairro Nordeste. Funcionária pública municipal, com 25 anos de experiência profissional, leciona o ensino fundamental menor. Já participou de vários cursos de formação contínua para melhorar suas estratégias como educadora, fez cursos de artes, reciclagem de jornal e também ministrou um curso de reciclagem de jornal. É casada com o também professor Francisco das Chagas Freitas e filha do professor e babalorixá Antonio Cruz e da modista Maria do Socorro Noberto. No ano de 1990, Káthia, foi á casa de cultos Pai José de Aruanda com intuito de fazer um tratamento espiritual e encontrou a resposta através do babalorixá José Jaime que viu por meio do oráculo que existiam determinadas energias negativas girando em torno da sua assistida, fazendo a dispersão de tais forças e despertando, assim, a sua espiritualidade. A partir de então ela passou a fazer parte do corpo mediúnico da referida casa e sob a orientação do sacerdote José Jaime, que doravante passou a cuidar da sua cabeça espiritual e lhe mostrar o caminho pelo qual deveria seguir. No inicio do ano de 2010, José Jaime outorgou a Káthia o cargo de mãe pequena (o segundo cargo dentro da hierarquia do terreiro), já a preparando para lhe substituir no futuro. ...E futuro vinha a cavalo e se fez presente, pois com a morte de Zé Jaime, ela assumiu de fato e de direito todo o patrimônio espiritual deixado por ele, depois de passar por rigorosos rituais de preparação, assumiu o referido terreiro, que apesar do luto de um ano, festejou a posse da sucessora e nova sacerdotisa da casa, perante a sociedade espiritualista da cidade de Areia Branca e Mossoró em data de 04 de setembro do corrente ano. Káthia, a vida não é como se quer e acreditamos que se dependesse das nossas vontades a história seria diferente, a gente a tinha escrito com nossas próprias tintas e colorido com nossas cores. Quando perdemos algo material tentamos recuperar, mas perder pessoas é outra coisa, elas não voltam, e é essa partida que nos torna impotentes. O universo é engraçado e macabro, pouco nos dá e muito nos tira, mas sempre há o desafio de está nele. Você ficou na orfandade espiritual quando perdeu seu pai de santo, mas, em contrapartida, ganhou a missão de cuidar de inúmeros filhos de santo (deixados por ele) que hoje lhe tem como mãe; ganhou também a responsabilidade de cuidar de cada um deles, pois são frutos do seu ventre imaterial. Sabemos que amas cada um deles como ama a seus filhos biológicos, com igual teor. Como diz a fábula do Pequeno Príncipe de Exupéry, somos responsáveis pelo que cativamos e a flor que colhemos ainda em botão deseja se abrir e perfumar do mesmo modo que as outras. Você é essa flor e perfumarás ao seu redor. Você é a flor, nascida num campo onde sementes já foram jogadas, mas somente ela conseguiu permanecer. Ainda é uma jovem flor, quase um botão, abrindo-se devagar, curtindo o sabor do orvalho da manhã e o frescor do neblinar da noite. E essa flor nasceu na sua vida, pois na sua alma ela já estava plantada e cultivada há tempos. Desejamos boa sorte nessa sua nova empreitada frente á Casa Pai José de Aruanda.

 Por Noamã Jagun Edição do mês de setembro/2010

Reações:

Um comentário:

  1. Gostei do blog! Veja as previsões de Aline, da Cidade das Pirâmides, para o ano de 2014. https://www.youtube.com/watch?v=6v_iFO6_dyc Abraços

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O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins