17 julho 2015

O Babálorixá Melquisedec de Xangó da casa ILÉ ÀSÉ DAJO OBÁ OGODÓ.















Ontem à noite tivemos uma experiência maravilhosa: realizamos uma vivência em um terreiro de Candomblé, o Yle Axé Dajo Obá Ogodó, com o pessoal da Enecos (estudantes de comunicação social da UFRN) e do Centro De Referência Em Direitos Humanos da UFRN, participando da Fogueira de Xangô. 

Quero agradecer ao Babá Melquisedec C. Rocha, que mais uma vez nos acolheu de forma ímpar, com sua hospitalidade e braços abertos, características suas e da própria Casa. Não posso deixar de registrar o banquete digno de Xangô, com o qual fomos recepcionados. Tudo maravilhoso e encantador. O carinho da recepção nos alimenta a estar dispostos a construir juntos, na luta por um mundo mais justo.
Agradeço a Ismar Martins, pela confiança em realizarmos juntos essa atividade. Desejo, em seu nome, sucesso na participação de todos vcs no evento nacional.
Agradeço a Andressa Priscilla Monteiro pelo empenho em assegurar que o CRDH estivesse presente na atividade. 
Agradeço ao meu Pai amado, Babalorixa Claudio Oliveira, pelas paciência e horas de ensinamento, permitindo - me seguir mais seguro nessa caminhada e caminho apontado por Exu e Oxum, que pretendo honrar, desconstruindo o preconceito e mostrando que somos tod@s um povo do bem, unidos pela fé e por uma história de resistência, o que nos assegura minimamente a exigir RESPEITO de toda a sociedade, da mesma forma como respeitamos todas as pessoas, crenças e religiões. 
Muito axé para tod@s!


Reações:

Um comentário:

  1. Melquisedec C. Rocha Só tenho a agradecer a presença do Dr Emanuel Palhano com a Turma da Enecos no Ilé Àse Dajo Oba Ogodo, momentos ricos em vivência e fortalecimento da parceria em prol dos Direitos Humanos, pessoal um forte abraço com muito Axé no coração de todos.

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Oração a Pai Xangó

Juntos Somos Mais Forte!

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''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
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O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins